Na próxima semana, mais precisamente no dia 19, o #SBT completará 35 anos de existência e de participação no dia-a-dia de milhões de brasileiros. Para comemorar, o canal prepara edições especiais de seus programas e a reedição de um antigo evento da emissora: a parada das crianças na Avenida Paulista, uma espécie de desfile com diversas atividades voltadas ao público infantil. Atualmente, a emissora é a única das maiores do país a ter uma programação específica para a faixa.

Aproveitando as comemorações, traremos aqui algumas #Curiosidades sobre a história do canal, fundado por uma das maiores lendas da TV brasileira, o apresentador Sílvio Santos.

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Veja seis curiosidades sobre o SBT

1. O SBT transmitiu, ao vivo, a sua fundação, direto do Ministério das Comunicações (veja vídeo abaixo). Ali, Sílvio Santos fez um discurso. Ele já era dono da TVS, um canal de TV paulista, desde 1976. Com a queda da TV Tupi, mais quatro canais foram adquiridos por Sílvio, fundando assim o Sistema Brasileiro de #Televisão.

2. Nos primeiros anos, o canal já investia em atrações infantis. O Bozo dominava grande parte da programação, fazendo com que a emissora ficasse conhecida por Sistema "Bozo" de Televisão. O Chaves estreou dentro da atração do palhaço, em 1984, e permanece no ar até então.

3. A primeira novela gravada pelo SBT foi "Destino" em 1982. Nos anos seguintes, produziu algumas tramas e exibiu outras, do México, alcançando grande sucesso.

4. Em 1988, junto com Globo, Band e Manchete, o canal de Sílvio detinha os direitos de transmissão das Olimpíadas de Seul.

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Entretanto, Sílvio resolveu desprezar a abertura do evento e apresentou o filme "O Exterminador do Futuro", de 1984. Enquanto os outros canais juntos somaram 47 pontos com a abertura, o filme somou 31. 

5. O "Programa Silvio Santos" já entrou para o Guiness Book, no início dos anos 1990 por ser o programa com mais tempo no ar pela TV brasileira.

6. O canal foi o primeiro a exibir um beijo gay em uma telenovela. A cena foi apresentada na novela "Amor e Revolução", um folhetim de 2011 (Thiago Santiago) que mostrou a Ditadura Militar com um foco maior na repressão e censura. Entidades representantes dos militares chegaram a entrar na Justiça contra a exibição da novela.