A ex-dançarina #Gretchen, agora com 57 anos de idade, participou do programa Superpop, da Rede TV. Em um quadro do programa, o nome do deputado federal #Marco Feliciano foi escolhido pela produção para que ela opinasse sobre o mesmo, oportunidade em que demonstrou apoiar #Patrícia Lélis na denúncia de abuso feita em agosto.

Além de classificar Feliciano como um "homem baixo, Gretchen disse que tem pena de Patrícia Lélis por, supostamente, ter sido coagida a desmentir que foi estuprada e afirmou que tem certeza que o deputado federal, de fato, cometeu o estupro que Patrícia alega. A declaração de Gretchen gerou inúmeras críticas na internet e trechos de sua entrevista já possuem milhares de acessos em páginas da internet e canais do Youtube.

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Quem é Patrícia Lélis?

Patrícia surgiu na mídia no começo de agosto, alegando ter sido abusada sexualmente pelo deputado federal, Marco Feliciano. Depois, gravou três vídeos em que alega que estava bem e que era mentira os boatos de que foi abusada. No dia 5 de agosto, lavrou boletim de ocorrência em São Paulo acusando o assessor do deputado de sequestrá-la e mantê-la em cárcere privado para que desmentisse as acusações.

No dia 7 de agosto denunciou Marco Feliciano em Brasília. Na mesma semana, a polícia civil chegou à conclusão que Patrícia mentiu e que nunca houve um sequestro ou cárcere, mas vídeos de segurança do hotel em que a estudante se hospedou, mais um outro vídeo disponibilizado por um amigo que a acompanhou até São Paulo, mostram que ela extorquiu o ex-chefe de gabinete de Feliciano.

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Patrícia foi indiciada por denunciação caluniosa, que é quando se imputa um crime contra alguém, sabendo que essa pessoa é inocente. Também foi indiciada por extorsão. Na semana passada, o delegado do caso pediu a sua prisão preventiva e o pedido aguarda decisão da Justiça. Um laudo psiquiátrico divulgado pela polícia civil concluiu que a moça é mitomaníaca, ou seja, sofre de um distúrbio mental que faz com que ela minta compulsivamente.

Em entrevista exclusiva para o Conexão Repórter, Marco Feliciano mostrou imagens de segurança que comprovaram que no dia e horário em que Patrícia alega ter sido abusada no apartamento funcional do deputado de Brasília, ele estava em reunião no Ministério do Trabalho.

Patrícia também caiu em contradição no dia da entrevista ao Conexão Repórter, o que teria feito seu advogado abandonar a causa. Hoje ela está amparada por outros dois advogados. O suposto abuso teria acontecido dia 15 de junho, mas ela não quis denunciar, nem fazer exame que comprovasse o fato, indo a mídia somente quase dois meses após o suposto crime.

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O STF investigará a denúncia contra o deputado, pois ele não pode ser investigado pela Justiça comum devido a imunidade de seu cargo. Patrícia alega ter sido estuprada outras vezes por um outro homem, mas as investigações do caso foram arquivadas, pois ela nunca conseguiu provar os fatos, segundo declaração do delegado.

Veja o vídeo com as declarações polêmicas de Gretchen sobre Patrícia Lélis e Marco Feliciano: