O preconceito ou mesmo a discriminação tendo como subsídio as características biológicas diferentes entre os seres humanos sem dúvida alguma é o que caracteriza o #Racismo explícito, doentio e criminoso. E é desse mesmo modo que pensa a consagrada atriz brasileira Taís Araújo, que não foge do bom “combate” no que diz respeito a lutar contra a discriminação racial e demais temas relacionados ao preconceito barato e sem fundamento algum, que diz que uma determinada raça é superior a outra. 

O pronunciamento da atriz em 14 de outubro tem conseqüências e influências na formação da opinião alheia. Naquele dia Taís fez absoluta questão de se pronunciar de modo claro, na sua página oficial da rede social Facebook, sobre a infelicidade do trabalho da grife Maria Filó, que pegou uma pintura do francês Jean Debret, que viveu no Brasil colonial e pintou imagens de trabalhos forçados de escravos, e colocou nos tecidos da marca. 

Taís não deixou por menos e foi muito criativa e ácida na sua crítica, postando uma imagem com a foto da estampa, explicando o seguinte aos seus seguidores virtuais e amigos: “a escravidão não pode virar ‘pop’, não pode ser vendida como uma peça de moda.

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A moda nos representa, nos posiciona, nos empodera, comunica quem somos”. 

O que a atriz global buscou exprimir é que a moda em si é algo bom e não deve em hipótese alguma fazer alusão a um período vergonhoso da história do Brasil que, por sinal, foi muitas vezes contada de forma míope. Os indivíduos devem respeitar os negros e qualquer outra raça que tenha contribuído na construção do Brasil miscigenado e eclético. 

Ao que tudo indica, a marca Maria Filó, do Rio de Janeiro, fundada no ano de 1997, está atravessando este momento debaixo de severas e muitas críticas nas redes sociais como um todo; todavia, até o presente momento não falou de modo claro a data de quando retirará definitivamente essas peças de roupas com desenhos dos antigos escravos brasileiros das lojas. 

A marca carioca disse que buscou a inspiração para esse trabalho nas pinturas de Debret, mas que jamais imaginou que a ideia poderia vir a ofender alguém.

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Ainda fez um pedido formal de desculpas a todos aqueles que se sentiram magoados ou ofendidos com as roupas e, por fim, sinalizou que dará fim à coleção que tem como temática os escravos negros africanos. 

Não é de hoje que a linda atriz Taís Araújo encara de frente movimentos de cunho racial ou o racismo propriamente dito, inclusive dirigido contra ela própria, pois no final de 2015 ela foi o alvo de comentários rudes e ofensas criminosas de pessoas racistas que se escondem sob o véu do anonimato. Ainda bem que seus fãs e seguidores se mobilizaram em sua defesa. #Televisão #Rede Globo