Foi com grande alegria e também com muita surpresa que o cantor Bob Dylan recebeu a notícia de que havia vencido o "#Prêmio Nobel de Literatura 2016". O comunicado foi feito em Estocolmo, nesta quinta-feira (13), às 8 horas da manhã, pelo horário de Brasília. Quem estava presente comemorou a vitória de Dylan e aplaudiu muito o cantor. Sara Danius, porta-voz da Academia Sueca, foi quem fez o anúncio, que logo se tornou um dos principais assuntos no mundo inteiro.

A porta-voz informou que #Bob Dylan recebeu o prêmio por ter inventado algumas novas "expressões poéticas", usando a canção como ferramenta. Juntamente com o título, Dylan vai receber também 8 milhões de coroas suecas, que correspondem a mais de R$ 3,7 milhões.

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Mas nem todo mundo ficou satisfeito com o anúncio, pois muitos torciam pela vitória de Haruki Murakami, um japonês que vinha sendo considerado o favorito para este ano. Haviam outros fortes concorrentes, entre eles o sírio Adonis, que é considerado atualmente um dos maiores poetas da atualidade. Ngugi wa Thiong'o, romancista queniano, também estava na lista de favoritos e ficou um pouco desapontado por não ficar com o Nobel da Literatura.

Robert Allen Zimmerman, conhecido no mundo inteiro como Bob Dylan, nasceu no dia 24 de maio de 1941 em Minnesota, sendo neto de judeus russos que foram para os Estados Unidos. Seus primeiros poemas foram escritos quando ele tinha apenas 10 anos de idade. Já na adolescência, aprendeu a tocar piano e também guitarra, sem precisar de um professor. Ele era apenas uma criança e muitos já tinham certeza que seria um grande nome no cenário musical.

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No começo de sua carreira, ele gostava de imitar Little Richard, mas logo foi adquirindo seu próprio estilo. Já foi apontado pela revista Rolling Stone como um dos maiores cantores de todos os tempos, e o segundo maior artista da música no mundo, ficando atrás apenas dos Beatles. Dylan já venceu o Grammy por dez vezes e está sempre se reinventando em sua carreira.

Quem ficou com o Nobel da Literatura em 2015 foi Svetlana Alexievitch, e, em 2014, o contemplado foi o francês Patrick Modiano. #Famosos