A campanha ‘Outubro Rosa’, que, anualmente, desde 1990, promove a conscientização do autoexame para a prevenção do câncer de mama, ganhou, este ano, mais uma adepta.

#Jade Barbosa postou, em sua conta no Instagram, uma foto com um top cor de rosa, onde mostra seu apoio à causa e, com isso, recebeu muitos elogios.

Ela já está acostumada com a fama, esteve presente em vários pódios ao longo de sua carreira, e, aos 25 anos, essa carioca de 46 quilos, já conta com mais de 14 anos de ginástica, defendendo a bandeira do Brasil.

A #ginasta, que ganhou seu primeiro ouro aos 16 anos no Pan-Americano de 2007, já ganhou quatro ouros pelo Brasil, sendo os outros três em Copas do Mundo.

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Conhecida por postar sua rotina de treinos e seu corpo bem definido com frequência no Instagram, Jade possui uma verdadeira legião de fãs, que acompanha atentamente cada movimento dela.

Ela publicou, recentemente, uma de suas aulas em uma academia que oferece atividades em pole dance, no Rio de Janeiro. E quem achou que a modalidade não seria um desafio a uma atleta acostumada com barras e treinamento pesado, se enganou.

Na legenda do vídeo, ela assumiu que estava fora de forma e que, para se manter firme, teria que treinar mais. Confira um trecho do treino:

De onde vem o ‘pole dance’?

O original pole dance começou há muito tempo e era um tipo de prática de yoga conhecido como mallakhamb.

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O condicionamento físico necessário para se manter equilibrado na barra, é tamanho, isso por que a modalidade era usada para treinar lutadores de luta livre.

Hoje, academias por todo o Brasil já possuem aulas que prometem trabalhar áreas especificas do corpo e como benefício extra, auxiliar na autoestima das participantes.

Mas esse estilo que hoje é famoso entre as mulheres, já foi especifico de casas noturnas e era usado por dançarinas de striptease.

Associado com sedução e vigor, pole dance exige muito do que se espera de uma ginasta e grande parte dos movimentos praticados é bem comum para as rotinas de treino de Jade Barbosa.

O aparato exige o domínio da forma nos músculos dos braços e das pernas, já que é possível fazer acrobacias e sustentar o peso do corpo apenas com uma das mãos apoiadas na barra.

Além do pole dance tradicional, onde a barra principal é de metal e lisa, usando apenas o contato com a pele para gerar o atrito necessário, há também o pole chinês, que possui uma barra com uma superfície mais áspera, o que ajuda a manter a fixação, mas exige que as partes de contato, como mãos e pernas, estejam cobertos para não causar lesões. #outubro rosa