A filha de Sílvio Santos inaugurou em São Paulo, nesse mês de outubro, a empresa "Escola de Princesas" usando o slogan ‘toda garota sonha em ser princesa’. O foco da empresa é educar meninas com faixa etária entre 4 e 15 anos de idade, com aulas sobre costura, etiqueta e organização doméstica.

Silvia Abravanel decidiu abrir a Escola de Princesas, que é franquia de uma Instituição em Uberlândia, no Estado de Minas Gerais, pois, de acordo com sua perspectiva, tem um propósito de resgatar os conceitos, princípios e valores morais para as garotas que estão começando a vida sexual muito cedo, entre outros problemas atuais com o avanço da tecnologia.

Publicidade
Publicidade

A importância da questão moral

De acordo com a entrevista que Silva concedeu à revista Veja, a escola oferecerá alguns ensinamentos e um, muito importante, é sobre a virgindade. a ideia é incentivar as meninas a se casarem virgens, sem pularem nenhuma fase de suas vidas. A filha de Silvio Santos ainda contou que os pais e familiares ficarão contentes e agradecidos, e que ela ficará muito feliz ao resgatar esses conceitos e princípios, mesmo que seja um número pequeno de meninas que seguirem os ensinamentos.

Para Silvia Abravanel o ideal é que as garotas não iniciem a vida sexual tão cedo, que aprendam etiqueta, como se comportarem, aprendam a cozinhar, organizarem suas coisas em casa e até mesmo dar um jeitinho naquela roupa que aconteceu um imprevisto. E que escolham esperar o casamento para perder a virgindade.

Publicidade

Silva explica também que cresceu sendo educada assim e ensina dentro de sua casa da mesma forma para as suas filhas, e acredita que seja o melhor para elas, já que o mundo está perdendo os bons modos.

Inicialmente, a escola aceitará somente meninas, mas não descarta a possibilidade de aceitar meninos no futuro. A escola também acolherá alunas transgêneros sem nenhum problema. O numero de inscritas não foi revelado ainda, mas estaria crescendo o interesse das famílias em matricularem suas filhas. 

No Chile, o movimento "contrário"

No contraponto, no Chile tem uma escola que se afirma como escola de "desprincesamento". Pensado para meninas entre 9 e 15 anos, a escola pretende dar aulas de defesa pessoal, atividades manuais e aulas de canto, segundo o Estadão. O diretor Yury Bustamante afirma também que a escolha tem como objetivo desmontar o estereótipo de "princesa" e ensinar as meninas que terão capacidade de se virar por si mesmas.

O que você esse acha desses dois modelos de "empoderamento" feminino? Serão duas abordagens complementares, ou totalmente opostas? Qual você prefere? Deixe em baixo sua opinião!

  #Educação