A reportagem exibida no Fantástico, sobre a restauração da Basílica do Santo Sepulcro em Jerusalém, está causando revolta entre os cristãos de diversas Igrejas Evangélicas e Católicas. Segundo pastores, o programa semanal cometeu erros considerados por eles “bizarros”.

A Igreja foi construída em meados do século IV, no local onde acredita-se que o corpo de #jesus Cristo tinha sido “enterrado” depois da crucificação. Os apresentadores do programa, Poliana Abritta e #Tadeu Schmidt, falaram que a igreja, na capital de Israel é considerada “um dos mais importantes do cristianismo”, mostraram um vídeo de como o túmulo foi cavado na rocha.

Publicidade
Publicidade

Tadeu Schmidt começou a narrar fatos: “O corpo de Jesus desapareceu da tumba dias depois de ser sepultado no local e fechado com uma grande pedra”. Para os pastores evangélicos esse texto nega um dos fatos mais importantes do cristianismo: a ressurreição no terceiro dia.

Para o Pastor Silas Malafaia, líder do ministério Vitória em Cristo, ligado à Assembleia de Deus, a troca da palavra “ressurreição” por “desapareceu” sugere uma contestação de uma “Verdade das escrituras sagradas”.

O redator da matéria parecia não conhecer a bíblia e, mesmo assim, fez várias menções com narrativas bíblicas. Poliana Abritta afirmou que quem fechou a tumba com uma grande pedra foi o marido de Maria, que na época já era falecido.

No fim do programa, o apresentador Tadeu Schmidt resolveu corrigir o erro e disse que, na verdade, não foi José, pai de Jesus, e sim José de Arimateia.

Publicidade

O assunto está repercutindo nas redes sociais. A “Rede Globo não está nem um pouco interessada em noticiar as “verdades bíblicas”, disse Silas Malafaia.

Para os ateus, o texto foi imparcial ao falar que o corpo de Jesus “desapareceu” do túmulo e não que “ressuscitou".

Merece destaque também, a descoberta da cruz entalhada no mármore que cobria o túmulo, havia uma expectativa se era ou não verdade, depois de fotos e filmagens, a crença se tornou um fato.

Assista à matéria do #Fantástico e tire suas conclusões: