Na manhã desta terça-feira (22), #Fátima Bernardes resolveu romper o silêncio e esclarecer a polêmica envolvendo o programa Encontro, da TV Globo, criada na semana passada, revoltando internautas, que criaram uma campanha “Eu escolho salvar o policial”. Na semana passada, convidados da atração escolheram ‘salvar’ o traficante ao invés de um policial numa enquete, gerando uma grande polêmica.

Fátima Bernardes resolveu esclarecer a polêmica nesta terça-feira (22) afirmando que o programa não é favor de pessoas que estão fora da lei, e sim dos policiais. A enquete, segundo a apresentadora, era para contextualizar a divulgação do filme Sob Pressão, que trata dessa questão de escolha em um hospital público do Rio de Janeiro – salvar um PM, um traficante ou um menino de classe média? A dúvida é vivida pelo protagonista do longa, que está nos cinemas.

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Para enfatizar os argumentos, Fátima convidou um major e uma policial militar para afirmar que o Encontro sempre abriu espaço para os policiais militares e agentes da segurança. A apresentadora foi duramente criticada por internautas e Policiais Militares, que tiveram conhecimento da enquete polêmica.

Jair Bolsonaro, durante a cerimônia dos #pms mortos na queda do helicóptero na Cidade de Deus, fez duras críticas à apresentadora e à TV Globo. O deputado chamou a mídia de ‘marginais’. Com a declaração do político, a repercussão da enquete tomou proporções maiores.

Na internet, por exemplo, policiais militares fizeram uma campanha “Eu escolho salvar o policial”, publicando fotos com cartazes. Deputados federais também se posicionaram contra a enquete polêmica do programa.

O major convidado amenizou a polêmica e afirmou que o dilema – de salvar um traficante ou policial – é discutida em filmes, programas e produções nos Estados Unidos.

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Por fim, Fátima Bernardes encerrou o assunto reafirmando que continua incentivando e apoiando o trabalho dos Policiais Militares. A apresentadora chegou a citar a crise do estado do Rio de Janeiro, que afeta diretamente a segurança, saúde e educação. #Casos de polícia