Está difícil para os esportistas manterem suas granas. Nesta quarta-feira, 23, duas notícias envolvendo atletas mexeram com muita gente. A primeira delas envolve Neymar, que o Ministério Público da Espanha solicitou que seja preso por dois anos por ter supostamente burlado o fisco. O representante do Barcelona nega que tenha lesado a Receita Federal e tenta há dois anos recorrer desse processo. Ele não está tendo muito sucesso. O segundo foi o ex-tenista Gustavo Kuerten. De acordo com informações da revista Veja, ele foi condenado a pagar uma multa altíssima, também por conta de irregularidades com o fisco. A Receita Federal, no caso é a brasileira, que condena Guga a pagar R$ 7 milhões.

Guga se diz inocente.

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Ele argumenta que, caso quisesse, teria uma conta em um país onde não seria obrigado a pagar taxas de impostos. Ele chegou a chorar em uma audiência com o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). Além do choro, veio novamente a negativa de tentar lesar o governo. Os sete milhões de reais a serem pagos, segundo a assessoria do ex-tenista, já contam com a multa do processo e os valores corrigidos. No entanto, esse valor, de acordo com um site consultado pela Veja, poderia chegar a até trinta milhões de reais.

Segundo a receita federal, muitos dos rendimentos como imagem do atleta não poderiam ser feitos pela pessoa jurídica dele, mas sim apenas pela física. Já Guga diz que a lei antes de 2005 não proibia isso e depois deixo claro que atletas e outras personalidades poderiam criar empresas para gerir seus trabalhos.

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Gustavo, que trabalhou neste ano como comentarista das Olimpíadas do Rio de Janeiro, disse que é impossível trabalhar uma imagem como a dele sozinho.

Esse tipo de ação deve ficar ainda mais comum no Brasil, especialmente diante da crise econômica. Isso porque, sem dinheiro e de onde tirar essas quantias, fica ainda mais tensa a averiguação de dados. Em todos os casos, envolvendo famosos, esportistas e políticos, os envolvidos dizem que são inocentes. #Crime #Investigação Criminal