#Taylor Swift, 26, pode descansar mais tranquila no momento. Segundo o E!News noticiou nesta sexta-feira (11), um perseguidor (ou “#Stalker”) foi preso na cidade de Austin, no Texas. Frank Andrew Hoover, de 39 anos foi levado pelas autoridades locais na quinta-feira (10), após ficar comprovado um incidente 22 de outubro.

O incidente violou a ordem de restrição conseguida pela cantora, que designava que Hoover se mantivesse sempre a, pelo menos, 150 metros de distância dela. O problema aconteceu durante o show de Taylor na Formula 1, em que Hoover teria ficado a 15 metros de distância, antes que seus seguranças percebessem e perguntassem o que ele estava fazendo.

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Sua resposta, à época, foi que ele estava apenas querendo uma foto, e que queria acompanhá-la onde quer que fosse.

A ordem de restrição havia sido decretada após vários e-mails contínuos terem sido enviados para Swift e para sua família, durante meses.

“Sem ela, eu caminharei para sempre sozinho sobre a Terra e ela continuará a passar por relacionamentos malsucedidos que só a magoarão” é a frase de um dos e-mails recebidos pelo pai da cantora, Scott Swift, entre 28 de agosto e 27 de outubro.

Em outro trecho assustador, Hoover afirma que Deus o enviou para encontrar Taylor e seu pai e que “Deus vai matar toda a família Swift”. Ele também incluiu uma foto da cantora com a seguinte legenda em vermelho: “Uma vadia chamada Satanás morre”.

O tweet de Taylor avisava a data em que faria o show na Formula 1.

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Hoover possivelmente investigava com cautela os destinos da cantora e não foi difícil saber onde ela estava e se aproximar.

Casos envolvendo fãs obsessivos e perseguidores são comuns no mundo dos #Famosos. Em 1981, um criminoso tentou assassinar o então presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan, apenas para chamar a atenção da atriz Jodie Foster. Um ano antes, Mark Chapman assassinou seu ídolo, o cantor John Lennon, com cinco tiros à queima-roupa.

No Brasil, em maio deste ano, a apresentadora Ana Hickmann sofreu uma tentativa de homicídio de um fã em Minas Gerais, que a manteve refém por alguns momentos em seu quarto de hotel; sendo morto em seguida, pelo cunhado de Ana.