Na manhã desse domingo, 11, a funkeira carioca Tati Quebra Barraco anunciou que seu filho foi morto e acusou a PM (Polícia Militar) de tirar um pedaço dela naquela noite. Segundo a funkeira, ela precisou terminar o show que fazia normalmente após saber da morte do filho.

Já a Polícia Militar divulgou nota confirmando que houve um confronto entre policiais e traficantes na Rua Quintanilha, na Cidade de Deus, e que dois criminosos foram abatidos e seus respectivos armamentos foram apreendidos. O ato aconteceu por volta da 1h da manhã. Yuri, filho da funkeira, é uma das duas pessoas que a PM informa que estava em confronto com a guarnição.

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O jornal Extra ainda salientou que Yuri já havia sido condenado criminalmente. Ele foi preso em novembro do ano passado por furto qualificado, mas permaneceu apenas oito meses recluso e foi colocado em liberdade com limitação de direitos, como prestação de serviço comunitário e restrição dos finais de semana.

A Cidade de Deus é um dos locais mais perigosos do Rio, uma vez que a principal facção do estado atua na favela. Yuri, aliás, ficou preso no presídio João Carlos da Silva, que fica na Baixada Fluminense. Esse complexo prisional é o mesmo que abriga os líderes do Primeiro Comando, mesma facção de detém o controle do tráfico de drogas na Cidade de Deus.

Ao saber do ocorrido, internautas se dividiram entre oferecer apoio emocional para a funkeira, bem como outros conferiram palavras duras em decorrência à vida pregressa de Yuri.

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Independente da conduta do morto, a dor de mãe não muda e embora Tati não pudesse mudar o caminho errado que o filho escolheu por livre e espontânea vontade, se torna inevitável que ela não fique extremamente triste com a perda.

Yuri deve ser velado e enterrado ainda nesse domingo, ou no mais tardar, na segunda-feira pela manhã.

Polêmica recente envolvendo Tati

Nas Olimpíadas do Rio, há alguns meses, a funkeira, que estava longe da mídia há algum tempo, reapareceu pela internet para criticar o ginasta Arthur Nory, que foi um dos medalhistas brasileiros da competição. Em 2015, o atleta apareceu fazendo uma brincadeira com um amigo, também ginasta, e para quem estava de fora daquele momento, interpretou como racismo. A relação entre os dois atletas se manteve normalmente, mas parte da imprensa trabalhou com afinco para transformar a imagem do rapaz no retrato de um grande criminoso.

O jovem superou, deu a volta por cima e mesmo sem patrocinadores, garantiu uma das medalhas do Brasil. Tati parabenizou Diego, que fazia dupla com Arthur e disse que não parabenizaria Nory, pois ele não merecia e “orientou” que ele repensasse as piadas que fez no vídeo. Internautas criticaram a funkeira e disseram estar cansados daquele assunto, pois o caso era antigo. Não houve racismo e ainda assim o atleta se desculpou com quem se sentiu ofendido e a amizade dele com o alvo da brincadeira permanece até os dias de hoje. #Famosos #Crime #É Manchete!