Aos 36 anos, o ator Cauã Reymond deu uma polêmica entrevista à revista 'Marie Claire', uma das maiores do mercado e que fala sobre comportamento. Em conversa com a publicação, o profissional da dramaturgia falou sobre diversas polêmicas e tabus da sociedade moderna, como a legalização das drogas. "Já fumei maconha", disse o ator, sendo apenas uma de muitas celebridades que em algum dia já ingeriu a erva. Até mesmo apresentadores e na televisão, como aconteceu neste ano com Glória Maria no 'Globo Repórter' sobre a Jamaica, já apareceram ingeriram a erva. Alguns confessam até que gostam do que fazem e que a maconha teria propriedades relaxantes e medicinais, por isso, deveria ser olhada com outros olhos.

Cauã, no entanto, lembra que discutir a legalização é um tema complicado.

Publicidade
Publicidade

Ele diz que sempre fica receoso de dar uma opinião errada sobre o assunto e, por ser famoso, isso acabar tomando uma dimensão muito grande. Ele confessa que o Brasil talvez ainda não esteja preparado para dar essa passo, mas que vê com bons olhos o que é feito, por exemplo, no Uruguai, que liberou a maconha, mas não outras drogas. Reymond acredita que a droga, por ser muito popular, pode acabar sendo liberada, desde que tenha um controle do estado.

O ex-namorado de Grazi Massafera ainda comentou sobre a política brasileira. Ele diz que sempre discutiu o tema com sua família, que ele garante ser politizada, mas que nunca refletiu tempo o suficiente sobre o assunto, pois estava trabalhando muito e procurando sobreviver. Atualmente, o ator diz que acompanha o noticiário político, mas que tem medo de dizer o que pensa, pois sabe que o público nesse tema é bastante visceral e nem sempre recebe tão bem as opiniões de #Famosos, crucificando-los.

Publicidade

Cauã garantiu ainda que fica feliz ao ver vários nomes de colarinho branco serem presos, mas alerta para a possibilidade de soltura rápida. Ele revela que isso o entristece bastante. Na conversa com a edição de dezembro da revista, Reymond, que tem uma filha, defendeu ainda a legalização do aborto e da eutanásia. "Se uma pessoa não quer estar aqui, deve ter o direito de fazer“, desabafou. #Cauã Reymond