Conhecida como Luana Don, a ex-repórter Luana de Almeida Domingos está foragida da Justiça de São Paulo. Ela teve prisão preventiva decretada e, supostamente, teria fugido para o Rio de Janeiro, de acordo com informações do site TV Foco.

Também advogada, Luana foi investigada como uma das transmissoras de recados dos líderes do PCC (facção criminosa Primeiro Comando da Capital) que estão presos para os que estão em liberdade. Em outras palavras, a ex-repórter, que foi profissional do programa "Superpop", deixou a carreira da televisão para se tornar informante de uma das maiores facções criminosas do país.

Seu advogado teria declarado, segundo o site, que Luana não se entregaria a polícia.

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Após isso, o profissional deixou o caso. Além dela, outras 5 das 54 pessoas identificadas pelas investigações ainda estão foragidas da justiça.

Luana deixou o Twitter, Facebook e Instagram, redes sociais onde ela costumava exibir fotos que conquistavam milhares de likes de seus seguidores.

Mensagem para Marcola

A Polícia Civil flagrou em uma das comunicações, mensagens destinadas a Marcola e ao detento Antonio José Muller Júnior, conhecido como Granada. Um dos advogados envolvidos no esquema pede mudança no meio de pagamento, o medo dele era que a polícia descobrisse o esquema.

Foram ainda encontradas planilha de controle da facção. Nestas, atendimentos médicos recebidos pelos líderes do #PCC eram detalhados; o pagamento era feito por meio de falcatruas.

Marcola teria se consultado com um médico em agosto do ano passado, de acordo com esses dados.

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Médicos e dentistas da região de Presidente Prudente envolvidos estariam recebendo valores muito além do normal. Por exemplo, houve um pagamento de R$ 81 mil em um simples procedimento médico. O caso ainda estaria sendo investigado paralelamente.

Vale lembrar que essa investigação já prendeu o ex-vice-presidente do Conselho de Direitos Humanos de São Paulo, o Sr. Luiz Carlos dos Santos, que recentemente admitiu em depoimento receber mesada do grupo criminoso para prestação de serviços. #Polêmica #Casos de polícia