Neste sábado, 03, o Brasil e o mundo viveram um dia muito triste e marcante, aconteceu o velório coletivo das vítimas da tragédia da Chapecoense. A cerimônia é realizada na Arena Condá, no município de Chapecó, em Santa Catarina. 71 pessoas morreram na queda da aeronave que levava o time para Medellín, na Colômbia. Por conta da transmissão, a Rede Globo de Televisão fez uma das coberturas mais longas de sua história. #Galvão Bueno entrou no ar às 07h45, no horário de Brasília. A emissora mudou completamente sua grade, já que nessa faixa é exibido o 'Como Será?'. O narrador chegou a fazer algumas interações com o estúdio do 'É de Casa', que praticamente nem existiu.

Por volta de 12h40, hora do jornalismo local, Galvão já anunciava que não haveria neste sábado a transmissão de todos os jornalísticos da tarde.

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Além do 'Praça TV', 'Globo Esporte' e 'Jornal Hoje' deixariam de ser transmitidos. À essa altura, as afiliadas da maior emissora do país já anunciavam também o cancelamento da 'Sessão Comédia', com previsão de grade normalizada apenas às 15h. Concretizando-se esse horário, Bueno ficará no ar por mais de oito horas consecutivas. Essa marca chegou a ser recorde mundial, ainda da década de 1990, quando Ana Maria Braga estava na TV Record.

1400 jornalistas foram credenciados para cobrir o velório coletivo na Arena Condá. Galvão Bueno perdeu a voz e chorou diversas vezes durante a transmissão ao vivo da Globo. Em um dos momentos mais emocionantes, ele fazia contato com o repórter Éric Faria, que confessou que nunca esteve preparado para cobrir uma tragédia como essa. Durante as horas "sem fim" da transmissão, a Globo praticamente não passou intervalos.

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Nenhum foi exibido durante mais de quatro horas seguidas. Isso porque a Record também estava exibindo o velório.

Outras emissoras, como a TV Bandeirantes, também transmitiram parte da despedida, mas tiveram que ceder sua grade para os programas alocados. O primeiro exibido foi um da Igreja Vitória em Cristo, apresentado pelo pastor Silas Malafaia.