Amado por católicos, admirado por pessoas de todas as religiões e até mesmo por muitos que afirmam não ter religião alguma. Poucos líderes religiosos gozam de tamanha notoriedade quanto o Papa Francisco.

Nascido em Buenos Aires, Argentina, ele é o primeiro latino-americano a ocupar o mais alto cargo na Igreja Católica Apostólica Romana. Mas esta não é a única peculiaridade de Jorge Bergoglio, um homem simples, que abriu mão das regalias e luxos da vida no Vaticano.

E é justamente isto que a minissérie "Pode me chamar de Francisco", da #Netflix, mostrará. Dividida em 4 episódios, que irão ao ar pelo site de streaming a partir de 16 de dezembro, o seriado é focado na trajetória do jovem que decidiu seguir pelo caminho da fé.

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Contando com o ator Rodrigo de la Serna (Jorge Bergoglio ainda jovem) e Sergio Hernández (que interpreta Bergóglio já como cardeal), a minissérie também mostra como o Papa argentino ajudou militantes que lutaram contra a ditadura em seu país e os perigos e abusos cometidos por quem estava no poder naquela época. Ao que tudo indica, este será mais um dos #Seriados de sucesso da Netflix.

O Papa que conquistou o mundo

Nascido em 17 de dezembro de 1936, o #Papa Francisco está prestes a completar 80 anos. Mas apesar das oito décadas já vividas, ele é considerado um dos líderes mais modernos da atualidade.

Ele já foi criticado inúmeras vezes pela ala mais conservadora da Igreja Católica por suas declarações. Ele já pediu para que os homens deixassem de ser machistas, pediu perdão aos gays pela perseguição que sofrem, anunciou que mulheres que praticam aborto podem ser perdoadas e, por diversas vezes pediu para que líderes de todas as religiões se unam pela paz: “Deus escolhe boas pessoas em todas as religiões”.

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Ligado a projetos sociais desde que atuava como pároco na Argentina, o Papa Francisco já foi chamado de comunista, ao que ele respondeu que "lutar por justiça social, não é coisa de comunista". O líder de uma das mais antigas instituições religiosas do mundo ocidental está fazendo o que muito achavam impossível: conquistar jovens e dar uma "cara nova" à tão tradicional e conservadora Igreja Católica.