Não é de hoje que se vê a rainha do pop envolvida em polêmicas, e dessa vez não podia ser diferente. Em seu discurso na Marcha para Mulheres que aconteceu dia 21, #Madonna declara que já sentiu vontade de explodir a Casa Branca, visto que não gostou nada da vitória e da posse do então presidente americano, Donald Trump.

Lógico que nem todos levaram isso na "esportiva" e se sentiram ofendidos por tal ato. Newt Gingrich, conselheiro do atual presidente dos Estados Unidos, falou em uma entrevista para a Fox News Live que a cantora podia presa por apologia ao terrorismo.

Em suas redes sociais oficiais, a cantora se explicou sobre a frase dita acima: "Não sou uma pessoa violenta e não promovo a violência. É importante que as pessoas ouçam e entendam meu discurso inteiramente, ao invés de focar em uma frase tirada de contexto. Sei que agir com raiva não resolve nada, e a única maneira de mudar as coisas para melhor é com amor", a mesma declara.

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Nada foi declarado ainda se isso deve acontecer ou não. Por se tratar de uma figura pública e com grande influência na sociedade, Madonna pode não ser presa. No mesmo discurso, Madonna canta "Human Nature" na qual foi dedicada a #Donald Trump, a cantora cita: “Donald Trump, suck a dick” (Donald Trump, chupe um "%&), isso gerou mais uma revolta entre o povo e fez com que Trump ficasse furioso.

Leia um trecho do discurso da cantora no dia 21 de janeiro:

“Precisou desse momento horrível de trevas para nos acordar. Parece que todos nós tivemos esse falso senso de conforto, que a justiça iria prevalecer e o bem prevaleceria no fim. Bom, o bem não venceu essa eleição. Mas vai vencer no final. O dia de hoje significa que estamos longe do fim. O dia de hoje marca o início. O início da nossa história. A revolução começa aqui!”

A Women’s March é uma forma de resistência e um meio de protesto contra a eleição legítima do novo presidente dos Estados Unidos, além de tentar evitar a violência sofrida contra LGBT'S e negros, também pretende querer garantir o direito das mulheres diante de uma sociedade, por vezes, machista e sexista.

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#2017