#Wanessa Camargo, filha de um dos maiores nomes sertanejos do país e que até pouco tempo renegava o #sertanejo, está de volta com o CD "33". Segundo a cantora, o mundo de hoje é "muito" machista, mas é velado. As mulheres não podiam falar que traíam ou "tomavam porre", só podiam cantar sobre o amor, "eu te amo" e coisas do gênero.

Segundo ela, o público feminino adora essa sua fase nova que canta o "empoderamento feminino" e que em 2005 o machismo não permitia que o tema virasse sucesso.

Ela afirma que a música "Culpada", feita em 2004, não foi ao ar nas TV´s e rádios porque tratava do empoderamento feminino, mas o machismo barrou a divulgação.

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A música, que tem trechos onde a mulher diz que também traiu, também enganou, que provou o sabor do pecado, segundo ela, era rechaçada pelos homens que "quase viravam as costas" para a cantora nos shows.

Ainda continua dizendo que as pessoas não estavam preparadas na época para esse tipo de conteúdo.

Wanessa quer deixar pra trás o "Xainiron", que já tinha, conforme planejamento, expirado seu tempo, e começar uma fase sertaneja, "Folk & Country". É importante ressaltar que nessa fase pop "Xainiron", Wanessa cantava músicas em inglês e numa realidade bem diferente do sertanejo.

Assuntos pessoais

Em entrevista recente à revista Glamour, ela ficou bastante tensa quando o assunto foi Rafinha Bastos, que chegou a dizer que "comeria ela e o filho dela" que ainda estava na barriga. A piada veio a culminar com a saída do apresentador da Band e um posterior "sumiço" da TV.

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Ela afirma que a discussão sobre esse fato que repercutiu nacionalmente impôs um limite entre o que é humor e o que é ofensa.

Já sobre a polêmica sobre seu pai e a namorada, ela não quis tocar no assunto. Pede para que as pessoas não se intrometam no assunto que ela diz ser de caráter "meu e dele".

Mas ainda sobre vida pessoal, ela não fecha as portas para os fãs e diz que compartilha aquilo que julga ter relevância para eles. Finaliza dizendo que a cada reposta que dá em redes sociais sobre o caso, só gera combustível para que se discuta mais e mais, então prefere "ficar quietinha". #Zezé di Camargo