A modelo e apresentadora Adriane Galisteu, de 43 anos, hoje é conhecida pelo seu belo trabalho na TV. Entretanto, quando começou seu trabalho na TV, todos a conheciam como a "namorada do #Senna". E ela não se incomodava com a alcunha. Mesmo quando casada com Roberto Justus, e agora com Alexandre Iódice, jamais deixou de dizer que Senna foi um de seus maiores amores.

Mas quem pensa que Adriane começou a fazer TV por conta de Senna, se engana. Ela começou, na verdade, aos nove anos em um anúncio da rede de fast food McDonalds e, ainda adolescente, em 1987, fez parte de um grupo musical chamado "Meia Soquete". Só então, em 1992, ela conheceu seu grande amor, Ayrton Senna.

Publicidade
Publicidade

O namoro durou cerca de 1 ano e meio e só foi interrompido quando, em 1º de maio de 1994, recebeu a trágica notícia da morte do piloto. A família, que não aceitava o relacionamento, chegou a constrangê-la ao impedir que "furasse a fila", no velório do namorado.

Tudo isso passado, hoje, #Galisteu lembra com alegria do ex. Inclusive revelou algo que poucos sabiam até então. Ela guarda uma joia rara, uma relíquia, ou como ela mesmo disse, um amuleto que Senna lhe deu de presente. Trata-se de um Uno Mille, 1993. Segundo Galisteu, esse carro, além de relembrar os bons momentos, relembra também sua vida difícil, onde o carro era seu maior bem e seu único meio de locomoção.

Na realidade, quem divulgou a relíquia foi um de seus assessores que, ao levar o carro para manutenção, tirou uma foto e postou com a legenda: "A pedido da dona, Galisteu estou levando esse Uno 1993 para manutenção, com muito amor e carinho".

Publicidade

Adriane revelou ainda ao "TV Fama" que nunca irá se desfazer do carro, o amuleto, e que o bem fica entre pequenas idas e vindas, na casa de sua mãe, do seu assessor, ou em sua casa. Ela até afirma que dá algumas voltas no carro, mas "poucas", diz Galisteu, que é para não gastar o carro.

Ayrton Senna, tri-campeão mundial de Fórmula 1, morreu no dia 1º de maio de 1994, num acidente entre seu carro e uma barreira de concreto. O carro soltou uma das rodas que colidiu com seu capacete e causou a morte de Senna, poucas horas depois. O acidente ocorreu no Grande Prêmio de San Marino, no Autódromo Enzo e Dino Ferrari, em Ímola, na Itália.

#Uno Mille