A emissora de Edir Macedo está fazendo uma grande exigência para que #artistas do canal renovem seus contratos. Como o tempo é de "vacas magras", a emissora "aproveitou" a situação para exigir ainda mais de seus funcionários artistas.

Entre os termos comuns do contrato de renovação, a emissora acrescentou mais uma coisa para garantir que seus artistas sejam tão fiéis quanto os seguidores do bispo Edir Macedo. A exigência surreal é para a emissora poder administrar os artistas, por exemplo, se um ator faz uma conta no canal de vídeos YouTube, a emissora quer ter parte dos lucros e ganhos que aquele meio proporcionou.

A conta do Facebook também entra em "jogo", a #Record quer "tomar conta" da rede social do artista controlando tudo o que se passa nela, o Facebook é a rede social mais famosa.

Publicidade
Publicidade

Conforme os tempos de crise, muitos artistas podem concordam com a ideia evitando ficar desempregados.

Acontecimentos da emissora

Além da exigência nos contratos dos artistas chamarem atenção, outro caso causou curiosidade com a emissora. O vice-presidente do #Jornalismo e sobrinho de Edir Macedo, Douglas Tavolaro, saiu do seu posto para dar espaço ao editor-chefe de jornalismo, Thiago Contreira.

Essa mudança surpreendeu muitos, pois o jornalismo da emissora é algo muito "forte", sendo o principal foco de ganhos. O sobrinho de Edir é um dos poucos que tem um contato próximo com Edir, ele já chegou a escrever livros contando a trajetória do dono da Universal levando o projeto para o cinema.

Douglas comanda os grandes programas de jornalismo, incluindo Geraldo Luís, Marcelo Rezende, Gugu e os trâmites para colocar na emissora o funcionário do SBT, César Filho.

Publicidade

Conforme os "ânimos se acalmarem", o objetivo dessa mudança e suas consequências ficarão mais claras para a mídia e para os telespectadores.

Os filmes contanto a história de Macedo e da Igreja Universal vão custar cerca de R$ 16 milhões cada um, serão feitos três filmes para o cinema. Há previsão que as gravações se iniciem até, no máximo, 2018.