Carnaval é uma época em que as pessoas costumam exagerar na bebida. É comum, por exemplo, ouvirmos muitas histórias curiosas sobre a festa da carne. Anônimos vão às ruas para festejar e quem sabe conseguir uma paquera, mas os #Famosos também tem seus segredinhos, como mostra uma polêmica entrevista feita pela jornalista Mônica Bergamo para o jornal 'Folha de São Paulo', uma das publicações mais respeitadas do Brasil. O fundador do camarote da cerveja Brahma decidiu contar coisas que somente ele sabia.

José Victor Oliva abriu a boca e explanou situações vexaminosas envolvendo algumas celebridades. A revelação aparece, justamente, no ano em que o camarote de celebridades do Sambódromo do Rio de Janeiro não terá mais o apoio da cerveja, tornando-se independente de patrocínio.

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Há quem até fale que contar essas histórias seria um sinal de vingança do empresário, que por tantos anos ajudou o Carnaval brasileiro.

Entre as muitas histórias do empresário, está uma que envolve simplesmente o maior narrador da televisão brasileira, #Galvão Bueno. Com salário especulado na casa dos cinco milhões e reais, Galvão somente não ganha mais na telinha do que o apresentador Fausto Silva, que também tem salário parecido, mas que ganha por fora com as publicidades feitas em seu programa dominical. Por estar aliado ao setor de esporte e jornalismo da Globo, Galvão não pode fazer permuta e perde uma boa grana por conta da proibição.

Em um dos Carnavais cariocas, Galvão decidiu exagerar na bebida. "Teve um Carnaval em que o Galvão Bueno bebeu tanto, mas tanto, que tive que ir pra ambulância com ele", disse o empresário, falando como a festa e a alegria da celebridade acabaram muito mal.

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Padiola, outro empresário, apareceu na tal ambulância e levou outro global que tinha tomado todas, o diretor de novelas Jayme Monjardim. Algumas celebridades internacionais já passaram pelo evento. Uma delas foi Megan Fox, que o empresário disse que parecia uma lombriga e que ganhou, segundo ele, para fazer "po*** nenhuma".