#The Walking Dead está com a #7ª temporada quase concluída, faltando apenas alguns episódios para encerrar essa fase, e de fato, é consagrada como a série preferida de muitas pessoas. Porém, nessa última temporada, alguns fãs estão demonstrando mais insatisfação com a série do que sensação de bem-estar. Acompanhe abaixo alguns pontos chaves dessa crítica:

Lembrando que trata-se de uma opinião crítica baseada em comentários sobre a 7ª temporada

1 – Dinâmica na qual os episódios são exibidos

Apesar de uma história precisar trilhar o caminho até a sua conclusão, The Walking Dead costuma funcionar de uma forma que deixa os telespectadores bastante ansiosos.

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Como por exemplo, o primeiro episódio dessa temporada mostrar como Negan costuma trabalhar, levando Glenn e Abraham na porrada até a morte.

E após todo esse trauma, o segundo episódio ser todo exclusivo da apresentação da comunidade de Ezekiel, o Reino. Até aí tudo bem. Daí o terceiro episódio torna-se exclusivo do Daryl, mostrando o que ele passou no cativeiro na base dos Salvadores. Após isso Negan faz uma visita para mostrar sua superioridade em Alexandria, basicamente o episódio que daria continuação ao acontecido na floresta (rendição do grupo de Rick a Negan) – ou seja, o primeiro. Porém, foram mostrados 2 episódios depois, quebrando minimamente o clima em que alguns fãs estavam, após ver a morte de Glenn e Abraham. Depois, o 5º episódio se passa todo em Hilltop. Daí vem o 6º episódio, focando totalmente na Tara e numa nova comunidade: Oceanside.

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Foi o episódio mais criticado da primeira parte da sétima temporada de The Walking Dead.

Tudo bem que um enredo precisa, obviamente, de um desenvolvimento e foco nos personagens-chave para a trama. Mas isso acaba cansando quem assiste, quem estava esperando uma continuação do foco do episódio anterior acaba se deparando com algo diferente. Tudo bem, The Walking Dead sempre funcionou assim, mas não precisa, necessariamente, de um episódio inteiro focando na Tara (S07E06 – Swear) ou no Eugene (S07E11 – Hostiles and Calamites) mesmo que, apesar de tudo, os episódios contenham pontos extremamente importantes para o desfecho da trama onde se passa (Tara com a comunidade de Oceanside e Eugene conquistando a confiança de Negan são pontos chaves), tudo isso se torna cansativo da forma que é mostrado.

Não precisava necessariamente focar um episódio inteiro de 45 minutos para apenas uma coisa, poderia tornar tudo bem mais dinâmico mostrando outros personagens, tirando a ansiedade de ver o próximo episódio esperando algo diferente do mostrado, e assim sucessivamente.

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Podemos usar de analogia a série Game of Thrones, que de fato, tem muito mais personagens (os reinos, famílias, etc) e com apenas 10 episódios por temporada consegue conciliar tudo.

2 – Inserção brusca de comunidades e personagens

A sensação que The Walking Dead nos passa (ou passava) é de que Rick e os demais estão praticamente sozinhos no mundo com apenas alguns sobreviventes, grupos que uma hora ou outra cruzam o seu caminho e por fim zumbis. Até a quinta temporada, apenas o Governador com sua comunidade, Woodbury, e o Terminus demonstraram ser comunidades, de fato, com várias pessoas fortemente armadas. Os restantes podem ser discriminados como pequenos grupos que cruzaram o caminho de Rick.

Na sexta temporada, descobrimos que existe uma nova comunidade que logo mais seria a nova casa de Rick e seu grupo, Alexandria. Daí em diante descobrimos a existência de Hilltop e dos Salvadores.

Chega a sétima temporada e em apenas alguns episódios são incluídas mais três enormes comunidades, o Reino, Oceanside e o Lixão. O sentimento que dá é de que o mundo não está vazio quanto parecia, e surge o questionamento: durante esse tempo todo vagando por aí, por que Rick não cruzou com essas comunidades? Não importa muito, porém, a sensação (clichê) é de que essas comunidades apareceram logo agora quando mais estão precisando de pessoas.

E você, concorda, discorda? Comente! #critica