Se você achava que o Brasil não tinha rainhas, se enganou. Nosso país tem uma rainha na Europa desde 1976. A #rainha Silvia Renata Sommerlath da #Suécia, de 73 anos, é mãe de duas princesas e um príncipe: princesa Vitória (herdeira do trono), príncipe Carlos Filipe, e a princesa Madalena.

Inclusive, a suécia provavelmente será o primeiro país a abolir o uso de dinheiro vivo.

Família

A rainha é fruto da união de uma brasileira e um empresário alemão. Apesar de não ter nenhum título anterior ao seu casamento, a rainha Silvia tem sangue real correndo nas veias: o avô materno da brasileira, Artur Floriano de Toledo, é filho do rei português Afonso III e de Maria Peres de Enxara, amante do rei.

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A família de Silvia viveu no Brasil cerca de dez anos, tempo em que a rainha estudou em um dos colégios mais tradicionais de São Paulo, o Visconde de Porto Seguro. Após 1957, a família Sommerlath retornou à Alemanha Ocidental.

Silvia se destaca como uma mulher independente e contemporânea

A rainha Silvia fala sete línguas fluentemente: português, francês, sueco, inglês, alemão, espanhol e língua de sinais. Apesar de ter nascido em uma família rica, trabalhou em várias profissões: foi comissária de bordo, intérprete, e até diretora de protocolo em um consulado.

Formada em Interpretação em Munique com especialização em língua espanhola, Silvia também trabalhou no consulado argentino de Munique.

O casamento real e a vida na Suécia

Elegante e inteligente, Silvia sempre teve o perfil de uma mulher moderna.

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A rainha conheceu o então príncipe herdeiro durante os Jogos Olímpicos de Verão em Munique, no ano de 1972, quando iniciou seu relacionamento com Carlos Gustavo. Casaram-se em 1977, quando Carlos Gustavo já havia se tornado rei da Suécia.

A rainha Silvia conquistou rapidamente as famílias suecas, que a reconhecem como uma rainha comprometida e engajada em projetos sociais do país. Além disso, Silvia é a fundadora da fundação “World Childhood Foundation”, instituição que defende os direitos de crianças vítimas de abuso sexual e pobreza. #Casamento real