O cantor baiano, #Caetano Veloso, declarou, publicamente, que apoiará #Ciro Gomes durante a campanha eleitoral de 2018. Lula é seu amigo e foi defendido pelo artista durante investigações da Operação Lava Jato, que desencadearam em ações criminais contra o ex-presidente.

O cantor reconhece que sua decisão contraria muitos dos seus amigos, como Chico Buarque de Holanda, que sempre deixou bem claro que apoiaria Lula, em uma nova campanha. Lula, aliás, anunciou nessa semana, oficialmente, que disputará as eleições presidenciáveis de 2018. Por enquanto, Lula e Ciro são os únicos nomes definidos para a disputa, uma vez que o PSDB não decidiu qual candidato lançar para a disputa e o PSC não confirmou a candidatura de Jair Bolsonaro.

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Quanto ao apoio a Ciro, Caetano revela que votou no mesmo em 1998 e que nunca foi a favor da reeleição, seja de quem for o candidato. O interprete de ‘Sozinho’, também disse que não descarta a hipótese de votar em Ciro Gomes em 2018, pois viu um discurso de Mangabeira na internet, e sentiu-se convencido com as palavras que ouviu.

Caetano, entretanto, não está decepcionado com Lula. O cantor reconhece que o petista é um grande líder e que a força demonstrada por ele, após a condução coercitiva do ano passado, mostrou sua garra. Para Caetano, Lula só perde para Getúlio Vargas, mas não deixa de ser um grande líder, entretanto, Veloso vê o retrocesso como um mal latino-americano já antigo, e por isso, não acha interessante retomar um ciclo, mas seguir em frente.

Ciro Gomes anunciou sua candidatura em fevereiro desse ano, sendo apoiado por inúmeras pessoas.

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O político possui o apoio do seu partido, PDT, sendo em evento da própria sigla que o ex-ministro lançou-se como pré-candidato presidencial. O político também disse que Lula se tornar candidato à presidência é um desserviço para a sociedade, devido a atual situação do país. Vale ressaltar que Ciro defendeu Lula durante o ano passado e chegou a dizer, em entrevista, que se Sérgio Moro mandasse prender o petista, ele iria “sequestrá-lo” para evitar uma possível arbitrariedade. #Eleições 2018