A atriz #Angelina Jolie pediu que tenham mais empenho em documentar e processar crimes de estupro e violência sexual que acontecem nas guerras.

Estupros infelizmente são os rivais mais ameaçadores de uma guerra. Nos dois últimos anos, pelo menos 21 mil soldados sofreram violência sexual, até entre os próprios soldados existem inúmeros relatos crimes dessa ordem. Estupros de guerra são violações cometidos por soldados, outros combatentes ou civis durante conflitos armados, guerras ou durante as ocupações de militares, que distinguem-se das agressões sexuais e estupros entre as tropas durante o serviço militar. Outro fato são os que colocam as mulheres em situações em que são forçadas a se prostituírem ou viram escravas sexuais por uma potência ocupante.

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A violência sexual é usada para dominar e aterrorizar as comunidades para forçar as pessoas a desocuparem suas residências ou abrigos. Com certeza, é uma ameaça à paz e à segurança internacional, e sem dúvida uma grave violação do direito internacional humanitário e dos direitos humanos. Acaba sendo um obstáculo para a reconciliação pós-conflito e para o desenvolvimento econômico.

A violência sexual é generalizada em praticamente todas as guerras da atualidade. No Iraque e na Síria, o Estado Islâmico é acusado de escravizar sexualmente milhares de meninas e mulheres, e os militantes do Boko Haram sequestraram alunas do norte da Nigéria. A Organização das Nações Unidas (ONU) também acionou o alarme devido à ocorrência de agressões sexual brutais no Sudão do Sul

Angelina Jolie é enviada especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).

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Em conjunto ao ex-ministro das Relações Exteriores britânico, William Hague, lançaram há cinco anos uma iniciativa global para acabar com a violência sexual em conflitos, eles lutam contra a impunidade e tentam de alguma forma melhorar o apoio aos sobreviventes.

Angelina diz estar orgulhosa de suas conquistas, mas que ainda há muito a ser feito. Agora, se concentra nos próximos passos.

Angelina Jolie declarou que: “Pegar as ferramentas que vêm sendo desenvolvidas em campo, para ajudar a documentar crimes e apoiar processos, trabalhando com os militares para mudar a doutrina e o treinamento e pressionando pela adoção de leis para proteger as vítimas muito vulneráveis". #Crimes de estupro #Crimes de Guerra