Paris pode até ser uma festa como afirma o título que recebeu no Brasil a memória A Moveable Feast, escrita por Ernest Hemingway sobre seus dias na cidade luz. Ainda assim, é de duvidar que Marcos e Emilly aceitassem trocar "a casa mais vigiada do Brasil" mesmo que por todas as capitais da Europa. Na madrugada de terça para quarta, aliviados com a sobrevivência da gaúcha ao sexto paredão da atual edição do reality show global, aproveitaram para fazer sexo na cama do Quarto do Líder.

"Vamos transar de boa?", perguntou o cirurgião plástico a Emilly. No princípio, ela negou, mas acabou aceitando. Mais uma vez, aqueles que pagam pelo pay-per-view puderam ver o casal agir debaixo do edredom.

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No dia seguinte, Emilly e Marcos estavam visivelmente de bom humor. Travaram uma guerra de almofadas e "brigaram" pela posse de uma peça de roupa íntima que a sister tinha deixado na cama usada pelo casal. Marcos acabou esbarrando em um dos seios da parceira, que reclamou da dor. "Foi bem no meu biquinho", explicou depois de descrever o toque do coestaduano como um “socão”. O médico ofereceu-se para tratar o ferimento com uma massagem.

Verdade seja dita, os dois precisam de todo relaxamento que puderem conseguir, pois têm enfrentado grandes problemas no programa e não há nenhum bom motivo para achar que os dias difíceis ficaram para trás.

Por um lado, há a diferença de temperamentos entre Marcos e Emilly e o apego desta por aquele - que já gerou horas e horas de "discussões do relacionamento", reminiscências da gaúcha sobre seus ex-namorados que, afirma, a queriam por perto vinte e cinco horas por dia e pedidos do doutor para que ela lhe dê espaço e respeite sua privacidade.

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Além disso, há o fato de que boa parte dos confinados não gosta dela: ela foi a mais votada pelos colegas na falsa eliminação e já criou inimigas ferrenhas como Roberta. Ela já foi tachada de imatura e egocêntrica por profissionais de saúde mental ouvidas pelo portal UOL - e não seria surpreendente se esta visão fosse compartilhada pelo público em geral. Apesar das diferenças, Marcos certamente sente a tensão da estudante – quando pensaram que Emilly teria que deixar a casa, ele consolou a moça dizendo que, se ele ganhar, ela ganhará junto. Até agora, o que mantido o casal intacto na casa é a inépcia de concorrentes como Pedro, eliminado no paredão mais recente, que tinha dado a entender que considerava a gaúcha uma adversária fraca. Depois de deixar a casa, admitiu que a tinha subestimado.

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