O #Preconceito toma conta mais uma vez. Após um paparazzo flagrar a atriz Bruna Linzmeyer com sua namorada aos beijos na Praia de Resende, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, as redes sociais foram tomadas por vários comentários ofensivos gerados pelo preconceito. É como o caso que aconteceu quando a apresentadora Fernanda Gentil postou a primeira foto com sua namorada Priscila Montandon, o que ocorreu no ano passado, quando muitas pessoas as atacaram com comentários preconceituosos.

Mais uma vez isso acontece agora, mas com Bruna Linzmeyer, que no final de semana foi fotografada por um paparazzo durante uma demonstração de afeto e carinho com a namorada.

Algumas pessoas ficaram ofendidas e chocadas com o flagrante, como se tivesse acontecido algo muito além de beijos, na Praia de Resende, entre pessoas que se gostam.

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Alguns comentários são aterrorizantes e o que mais assusta é que no Brasil é um dos lugares em que mais se matam lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis. Não é à toa que a maioria dos famosos preferem guardar a sete chaves suas vidas sexuais e principalmente suas orientações sexuais.

Os comentários que mais tiveram sobre a notícia do namoro de Bruna Linzmeyer foram: "Ridículas", "Tudo isso é falta de homem", "Que nojo", "Isso tudo é falta de uma boa educação". Mas também foram feitos muitos comentários positivos e de apoio, como "Felicidades ao casal", "O seu preconceito é menor que o amor", "Parabéns lindas", "Sejam fortes, que esse amor possa se fortalecer", "Não liguem para o que falam, todos merecemos ser felizes."

Em um país tão grande como o Brasil, os dados de morte por conta do preconceito são lamentáveis.

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Apenas no ano de 2015 foram cerca de 320 homicídios de lésbicas, gays, bissexuais, travesti e transexuais. Já em 2016, o número, que já era alto, aumentou para 340 assassinatos, apontando que foi praticamente uma morte por dia gerada pelo preconceito das pessoas. Se for mais a fundo nessa pesquisa, os números de suicídios provocados pelo preconceito também só aumentam com o passar dos anos. #BrunaLindzmeyer #LGBT