A crise provocada pela operação deflagrada por meio da Policia Federal e chamada de "Carne Fraca", continua repercutindo de forma exponencial em todos os cantos do país, principalmente, trazendo mais problemas ao #Governo do presidente da República, #Michel Temer. Um dos garotos-propaganda de uma das marcas mais famosas do Brasil e que está envolvida nas investigações da força-tarefa da #Polícia Federal que apura a venda de carnes estragadas, é o ator Tony Ramos. Ele se pronunciou sobre o caso, já que ele apresentou comerciais televisivos, em campanha publicitária em prol da marca Friboi, do grupo JBS. Tony Ramos se manifestou de modo totalmente "surpreso" quanto aos acontecimentos que envolvem a empresa e outras grandes marcas frigoríficas presentes no mercado brasileiro.

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Em uma entrevista à imprensa, o ator foi categórico: "Estou muito surpreso com essa notícia. Eu sou somente um contratado da empresa de publicidade e não tenho qualquer contato com o grupo JBS", desabafou o artista.

Tony Ramos ressaltou, porém, que confia na qualidade dos produtos pelos quais ele é garoto-propaganda e foi enfático em dizer que "não é técnico em se tratando do assunto que a Polícia Federal está realizando a ação, mas há um controle em todas as embalagens, inclusive, um código de barras em que as pessoas podem acompanhar a qualidade e a validade do produto", salientou o ator. O ator global disse também que continuará comprando os produtos da marca Friboi e que possui "carnes deles no freezer para os churrascos do fim de semana".

Temer convoca reunião emergencial

Com receio de que o problema do caso das "carnes podres" possam afetar de modo exponencial as exportações brasileiras para o exterior, o presidente Michel Temer decidiu convocar uma reunião de emergência.

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A reunião com a presença do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, está agendada para este domingo (19). O encontro terá como prioridade "tranquilizar" o meio empresarial sobre as ações implementadas pela Polícia Federal, através da "Operação Carne Fraca". O encontro contará ainda, com representantes de países que compram a carne brasileira, já que a suspeita recai sobre a venda de carne "estragada" tanto para o mercado nacional, quanto internacional. Dentre os frigoríficos atingidos pelas investigações, estão as maiores, entre 30 empresas brasileiras: BRF (controla marcas Sadia e Perdigão) e JBS (controla as marcas Friboi, Seara e Swift).