Nesta quinta-feira, 27, a apresentadora Angélica deu um grande depoimento ao 'Bem Estar', da Rede Globo de Televisão. Ela contou que, após o acidente aéreo que teve no ano de 2015, quando estava com o marido, o apresentador Luciano Huck, os filhos e as babás das crianças, acabou fazendo com que ela desenvolvesse a 'Síndrome do Pânico'. A doença faz com que a pessoa evite o convívio social, tendo medo do que pode acontecer. De acordo com #Angélica, que fez um desabafo emocionado na televisão, tal condição a fez ter problemas com seus herdeiros. A paciência da apresentadora com Joaquim, Eva e Benício às vezes se esgotava.

As crises de Angélica, segundo ela, eram constantes, mesclando medo e muita ansiedade.

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Para a celebridade, que começou a carreira ainda criança, substituindo Maria da Graça Xuxa Meneghel no 'Clube da Criança', da extinta TV Manchete, o problema teria piorado com o acidente, mas antes ela já dava sinais que poderia ter sentimentos assim. Isso porque, como lembrou a loira, ela começou a carreira muito cedo. "Com certeza foi um momento forte (o pouso de emergência que acabou provocando ferimentos leves na celebridade), que mexeu muito comigo. O pânico é isso, você começa a ter medo de ter medo porque você não tem controle de si mesmo e essa falta de controle é muito ruim", disse ela à reportagem da Rede Globo.

Para superar a Síndrome do Pânico, Angélica teve que recorrer à meditação, tema de uma série de reportagens do 'Bem Estar'. De acordo com a comunicadora que apresenta, aos sábados, o 'Estrelas', após a meditação, ela conseguiu achar uma paz interior, pois conseguiu ter um tempo para o silêncio.

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Ela disse que a meditação a ensinou que é necessário acreditar nas coisas que se faz e que isso, certamente, apenas é conseguido com muito exercício.

Sobre o fato de descontar o descontrole emocional nas crianças, a loira disse que conseguiu ter mais paciência, após realizar muitas sessões de terapias de meditação.

O relato de Angélica aparece dias após a Aeronáutica ter emitido um laudo sobre o acidente que envolveu a sua família. O documento responsabiliza o piloto e a empresa de Táxi Aéreo do Mato Grosso do Sul pelo que aconteceu. Na época do acidente, Angélica gravava na região do Pantanal.