Um dos sonhos de qualquer artista é trilhar uma carreira internacional, ou pelo menos fazer shows fora do Brasil. Que o diga a banca Capital Inicial. Comandada pelo cantor Dinho Ouro Preto, a banda vivia um dos seus maiores momentos ao fazer uma turnê no Japão. Ao todo, seriam três apresentações na terra do sol nascente. No entanto, a banda acabou cancelando as apresentações, pois os contratantes não fizeram a sua parte, ou seja, não pagaram o que deviam. A informação foi dada com grande destaque pelo jornalista Léo Dias, do jornal 'O Dia', e do Fofocalizando, vespertino do SBT.

Os músicos já divulgaram um comunicado oficial, no qual solicitam desculpas por todo o que aconteceu, especialmente por parte do público, que havia comprado os ingressos.

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Os representantes dos músicos do mundo do rock garantem que estão lamentando tudo o que ocorreu e que o desejo do grupo era mesmo ter feito a longa viagem para o outro continente. A nota ainda diz que a banda musical tem o desejo de tocar no Japão em um futuro breve.

O empresário que contratou o '#Capital Inicial', identificado como José Luiz da Silva, aparece em um vídeo divulgado nas redes sociais. Ele, que é mais conhecido como Tyson, já havia virado reportagem na semana passada, quando se envolveu em uma polêmica com a dupla sertaneja Munhoz e Mariano. No vídeo, o empresário deu sua versão sobre tudo o que ocorreu. De acordo com ele, o que houve foi a falta de pagamento de apenas uma das três parcelas em que o negócio aconteceria, justamente, a última. "Fui torturado desde o início da semana pelo Helinho", diz José citando o empresário do 'Capital Inicial'.

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O contratante diz que o problema com a dupla sertaneja Munhoz e Mariano teria deixado os roqueiros apreensivos. Isso foi chamado pelo empresário de pressão psicológica. O empresário então revelou que chegou até a pedir ajuda dos comerciantes japoneses, na tentativa de vender os ingressos que faltavam e assim conseguir o valor total do contrato, mas que não conseguiu. A banda recebeu, segundo José, a quantia de 80 mil dólares. Além disso, ele alega ter gasto mais 54 mil dólares com 11 passagens áreas, de ida e volta ao Japão. Cinco das passagens eram na classe executiva, que é mais cara.

As acusações graves continuam. Ele diz que artistas são só bonzinhos e dão sorrisos na televisão, mas que na prática eles são muito diferentes. O brasileiro que leva shows para o Japão ainda diz que não é a primeira vez que ele sofre com esse tipo de coisa.

E para você, quem está certou ou errado nessa história? Comente.