A apresentadora Maria da Graça Xuxa Meneghel, mais conhecida por ser a "eterna rainha dos baixinhos", passa por maus momentos desde que fez o polêmico filme 'Amor, Estranho Amor', na década de 1980. O filme foi produzido antes da comunicadora pensar em fazer trabalhos para crianças e dela ser contratada pelo empresário Adolpho Bloch, a fim de fazer parte do programa 'Clube da Criança', da extinta Rede Manchete de televisão. #Xuxa tentou entrar com um novo recurso contra o maior site de pesquisas do mundo, o Google, querendo proibir que seu nome fosse associado ao filme. De acordo com informações do site TV Foco, que repercutiu a coluna do jornalista Ancelmo Gois, do jornal carioca 'O Globo', em matéria publicada nesta quinta-feira, 4, a justiça não aceitou o pedido de Xuxa.

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O pedido dela acabou sendo negado pela 19º Câmaera Cível.

A comunicadora quer que seu nome não seja associado à frases polêmicas e ao filme 'Amor, Estranho Amor', de 1982. Mesmo já se tendo passado trinta e cinco anos, a estrela não consegue se livrar desse passado. Segundo o TV Foco, Xuxa queria que expressões como 'Xuxa pedofilia' não pudessem ser mostradas pelo portal, o que pode ser visto como certa censura por seus usuários. Hoje, quem digita esses termos encontra diversas fotos da mãe de Sasha e namorada do cantor Junno na sequência do longa, que na época deu o que falar.

A luta de Xuxa contra o filme é antiga. Desde 2013, por exemplo, esse não pode ser vendido ou alugado em território nacional, mas não é difícil achar versões piratas sendo vendidas nas ruas ou até em sites da internet.

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Mas porque a famosa quer tanto censurar o filme? Todo o problema se dá porque, na época, Xuxa tinha 17 anos e protagonizou uma cena ao lado de um ator, de apenas doze anos. A celebridade aparece completamente nua agarrada ao menino, fazendo insinuações eróticas. Na época do lançamento do longa, Xuxa parecia orgulhosa de um dos seus primeiros trabalhos relevantes como atriz, mas depois a carreira de apresentadora infantil deslanchou e ela tentou apagar isso da sua memória e da memória dos telespectadores.

Não é a primeira vez que a comunicadora processa quem relembra o seu passado. Em outubro de 2014, por exemplo, Xuxa venceu uma ação movida contra a Record, emissora pela qual trabalha atualmente. Tudo porque o então programa de Augusto Liberato exibiu fotos dela na Playboy. As imagens eram proibidas de serem veiculadas..