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A atriz Giovanna Antonelli é um dos grandes nomes da dramaturgia brasileira. A celebridade ficou marcada por inúmeros papéis na telinha, como a Jade, da novela ‘’O Clone’’, da Rede Globo. Recentemente, Giovanna abriu o coração e decidiu falar sobre o que vem enfrentando em sua vida.

Segundo ela, há anos uma luta tem dividido os seus sentimentos, a síndrome do pânico, uma doença mental de fundo psicológico que, no geral, começa ainda com um transtorno de ansiedade. Em muitos casos, essa doença pode ficar tão forte que o indivíduo que é o seu portador sequer consegue realizar atividades consideradas simples do dia a dia.

Giovanna Antonelli diz que teve síndrome do pânico e emociona com relato

Além da síndrome do pânico, Antonelli sofreu com a violência do Rio de Janeiro, onde cresceu.

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A famosa acredita que desenvolveu o mal mental por conta das muitas vezes em que se viu assaltada.

Na época de sua infância, segundo a famosa, ela chegou a sofrer 12 assaltos. A maioria deles ocorreu em ônibus. Por isso, ao ver o coletivo a reação da famosa, no geral, acaba sendo de puro medo. A revelação de Giovanna foi feita durante o chamado ‘’Power Trip Summit’’, evento que tem relação com a revista Marie Claire.

“Sofri com síndrome do pânico 20 anos atrás e, provavelmente, desenvolvi déficit de atenção, mas meus pais não perceberam isso na época”, disse a celebridade, que acabou emocionando muita gente ao abrir o seu coração diante de um assunto tão difícil. Ela não é a única celebridade que possui esse mal. Muitas outras também convivem com a doença por décadas, mas nem sempre tem a mesma coragem de ter essa abertura.

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Como Antonelli superou uma doença tão forte?

Segundo a atriz, ao pensar muito em trabalho, ela conseguiu superar a síndrome do pânico. De acordo com #Giovanna Antonelli, no fundo, a vida é um jogo de erros e acertos e que é preciso sempre saber se reerguer.

De acordo com a contratada da TV Globo, uma parte boa de si é que, diante de grandes desafios, ela consegue ter sempre grandes ideias. A profissional da dramaturgia diz, por exemplo, que consegue ajudar outras pessoas a reerguer negócios ou, simplesmente, dar uma ideia diante de um episódio traumático.

Esse jeito conselheira foi conquistado, justamente, por conta da dor e do sofrimento da violência e do mal psicológico que, felizmente, acabou tendo o seu fim.

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