Ticiane Bicelli, jornalista que trabalha para o TV Aratu (afiliada do SBT), foi, na manhã da passada sexta-feira, dia 16 de junho, violentamente agredida enquanto estava trabalhando e fazendo uma reportagem no mercado do peixe na feira de São Joaquim, localizada em Salvador. Tal como informa o site “Notícias ao Minuto”, o motivo da reportagem estava relacionado com o fato de que no local existia uma diferença pouco normal na cobrança para usar o banheiro. Quem pretendesse somente urinar tinha que pagar R$ 0,50, enquanto o "número dois" (defecar) cobravam um real. Para saber a opinião de uma mulher sobre esse tema, Ticiane se aproximou, tendo sido rapidamente agredida, tendo ido mesmo para o chão com a mulher descontrolada em cima.

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Os equipamentos também foram danificados.

Por vezes, as reportagens não correm como esperado. Lidando com pessoas de todas as classes sociais e dos locais mais distintos possíveis, um pouco por todo o país, muitos repórteres e jornalistas, sobretudo aqueles que trabalham diariamente “no terreno”, precisam estar preparados para tudo, até mesmo de coferendo o risco de serem agredidos por pessoas que, somente por não gostarem da mídia, ficam completamente descontroladas.

Teria sido precisamente isso que aconteceu com Ticiane Bicelli e sua equipe de reportagem, que foram surpreendidos pela agressividade e violência de uma mulher. Como garante o site “Noticias ao Minuto”, o cinegrafista Liberato Santana, que estava gravando a reportagem, afirmou mais tarde que ele, apenas com uma mão, estava tentando travar as agressões que essa mulher e a sua mãe estavam fazendo à jovem jornalista, afirmando que também ele ficou cheio de arranhões, bem como seu material danificado.

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Eu tentando tirar, eu tentando tirar, foi uma agonia", afirmou Santana, mais tarde e quando tudo já tinha sido “controlado”.

Nas #Redes Sociais, essa #agressão e a violência que as imagens conseguiram captar fez com que o momento se tornasse viral muito rapidamente, sendo que os internautas pedem que os agredidos façam queixa às autoridades locais contra essas duas mulheres, podendo dessa forma fazer justiça pelo pesadelo que a jornalista, e o cinegrafista tiveram que passar, quando somente estavam fazendo o seu trabalho. Resta agora aguardar se ambos vão mesmo avançar com uma queixa formal, visto que, avaliando somente pelas imagens disponíveis, não seria muito difícil provar as agressões violentas. O que achou desse momento insólito e ao mesmo tempo grave?

Confira o vídeo do momento embaixo:

#Jornalismo