Quando qualquer assunto envolve a #Rede Globo, parece que se abre um portal recheado de comentários, críticas e perguntas do outro lado, sobre o real papel de influência da emissora carioca nos assuntos nacionais, desde os de menor relevância até aqueles que dizem respeito à própria segurança nacional.

A Globo, com o passar das décadas, conseguiu projetar os seus “globais” através dos milhões de aparelhos de televisão presentes nos lares dos brasileiros, o que foi fortalecido com os novos recursos tecnológicos suportados pela internet. No segmento esportivo, por exemplo, o controverso narrador e comentarista #Galvão Bueno, assim como a sua empregadora, estão longe de ser assim uma unanimidade nacional, mas certamente ele é o profissional de esportes na frente das câmeras, mais importante da emissora.

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Por outro lado, Galvão não é mais o mesmo em nível de status dentro da Globo e, a cada dia que passa, não detém mais as regalias de outrora, conforme veiculou recentemente Keila Jimenez, que é jornalista.

Um exemplo claro é que, conforme Jimenez, a maior parte dos eventos esportivos internacionais é transmitida aqui mesmo no Brasil, basicamente por causa da diminuição drástica da quantidade de viagens bancadas na época das “vacas gordas” pela Globo.

O contexto global passa por uma crise sem precedentes, afetando diretamente o desempenho de muitas companhias, o que não é diferente com a Rede Globo, ainda mais que a Fórmula 1, que sempre foi transmitida pela emissora, na pessoa de Galvão Bueno, não anda nos seus melhores dias, no que diz respeito ao potencial de atrair um grande número de telespectadores, daí o corpo diretivo da emissora ter tomado a decisão de restringir a ida de Galvão e sua equipe para outros países.

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Os únicos profissionais que trabalham nessas corridas automobilísticas, são os repórteres que cobrem os grandes prêmios nos diferentes países anfitriões das provas do circuito mundial da Fórmula 1.

Retração semelhante de investimentos tem acontecido quando o tema é #Futebol, cuja verba para viagens também foi limitada. No ano de 2015, Galvão Bueno voou para a cidade de Berlim, na Alemanha, somente para narrar a partida entre os clubes do Barcelona e da Juventus, no jogo decisivo da Liga dos Campeões da Europa. No ano passado, Galvão não pode ir para Milão, na Itália, e em 2017, ele também não esteve presente na partida entre Real Madrid e Juventus, que foi disputada no País de Gales.

Outro detalhe importante foi revelado pela colunista Keila Jimenez, uma vez que as viagens de Galvão Bueno acompanhando os jogos da Seleção Brasileira estão também sendo analisadas cuidadosamente, ainda mais agora que parceria entre a Globo e a CBF não anda nada bem, principalmente depois que alguns jogos amistosos foram vendidos para o Facebook.