O bispo Edir Macedo causou uma grande polêmica no meio evangélico, na tarde desta quarta-feira (12), ao declarar que não tinha nada contra o casamento gay e também criticou os pastores que vivem em luta conta o movimento #LGBT. Em entrevista ao programa "Palavra Amiga", o líder da IURD garantiu que na época de Jesus Cristo, o homossexualismo já era de conhecimento público e nem por isso o Nazareno os condenou, nem tão pouco levantou uma bandeira contra o movimento. "Nem Deus faria isso", disse Macedo referindo-se referindo-se em particular aos pastores, Marcos Feliciano e Silas Malafaia, segundo o "Catraca Livre". "Nós da Igreja Universal do Reino de Deus, não impomos nada a ninguém", comentou o dono da Record.

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Macedo ainda complementa sua fala dizendo que há muitos pastores levantando bandeiras contra o movimento #gay, LGBT, etc., e disparou "eu me pergunto: Jesus faria isso se estivesse vivendo no nosso tempo? e acrescenta não acreditar que o nazareno faria tal coisa, pois no tempo dele já haviam homossexuais e nenhum foi condenado pelo mestre.

Sempre envolvido em polêmicas o líder da IURD declarou recentemente não se lembrar de ter alcançado nenhuma vitória só fazendo oração e jejum. Ele afirmou desprezar a prática da oração e do jejum, somente com sacrifícios o cristão pode conquistar bens materiais.Com essa teoria o veterano cristão exalta a teoria da conspiração, contradizendo o que está escrito na bíblia, Jesus Cristo orou e jejuou por 40 dias e 40 noite no deserto, conseguindo vencer as tentações de satanás.

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O líder neopentencostal afirma que não aprendeu isso na faculdade, nem tão pouco nos treze anos de fé. Macedo garante que aprendeu a exercitar sua fé inteligente, mesmo tropeçando algumas vezes, mas conseguiu. "O Espírito Santo achou por bem me conduzir a desertos para aprender a separar a fé emotiva da fé racional", garante o bispo.

#Edir Macedo também terá sua trajetória contada em uma trilogia de filmes que deve estrear em fevereiro de 2018. A superprodução contará com cerca de 7 mil figurantes e já está em fase de gravação em várias partes do país e Israel. Cada filme teve um orçamento médio entre R$ 10 a 16 milhões. Os filmes têm como base os livros biográficos escritos pelo jornalista e vice-presidente da Record, Douglas Tavolaro. O ator Petrônio Contijo está escalado para dar vida ao chefe da Universal. segundo informações ainda não confirmadas, um dos filmes deverá citar a "perseguição da TV Globo ao líder da Universal nos anos 90 e 2000".