Uma das famílias mais fofas do universo das celebridades brasileira, Bruno Gagliasso, Giovanna Ewbanck e a pequena Titi, se prepara para acolher um novo membro. O casal global quer #adotar novamente, depois de uma primeira experiência muito bem sucedida, só que dessa vez prefere uma criança brasileira.

Como no Brasil o processo de adoção é bastante demorado, podendo levar até dois anos, o casal de famosos já deu entrada com a papelada

Segundo o jornalista Leo Dias, do jornal O Dia, o casal não tem preferência por sexo, o que significa que Titi pode ganhar tanto um irmão como uma irmã. A princípio, Bruno e Giovanna queriam uma criança proveniente da Bahia, mas já desistiram dessa solicitação.

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A adoção de Titi

A primeira filha do casal chegou o ano passado do Malawi e já virou uma celebridade como os pais. Foram mais de dez viagens feitas ao país africano para resolver todos os trâmites burocráticos e trazer a menina finalmente, numa verdadeira novela com final feliz.

Bruno e Giovanna não tinham planos para terem filhos tão cedo, pois os dois queriam se dedicar às suas carreiras. No entanto, tudo mudou quando a garota propaganda viajou para África para conhecer uma ONG que trabalhava com a adoção de crianças daquele pobre país africano a convite do Domingão do Faustão.

Foi quando Giovanna conheceu a pequena Chissomo, que tinha um ano de idade, e se apaixonou por ela. Não resistindo, a bela modelo telefonou a Bruno e disse que tinha encontrado sua filha. Como a adoção era internacional, todo o processo teve que ser sigiloso.

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Para driblar a imprensa, o casal usou de estratagemas para ocultar as viagens que fizeram a Lilongwe, a capital do país. Antes de regressaram ao Brasil com a filha, Bruno e Giovanna foram obrigados pelo juiz do processo a viver 3 meses no país africano. Somente em maio de 2016 é que Titi chegou ao Brasil acompanhada pelos pais para viver sua nova vida.

O drama das crianças sem lar no Brasil

Segundo o site do Senado brasileiro, há mais de 30 mil famílias no CNA - Cadastro Nacional de Adoção, e cerca de 5.500 crianças para serem adotadas. Apesar do número expressivo de candidatos a pais, a adoção não é tão fácil assim, porque as expectativas de quem quer adotar não correspondem à realidade dos asilos de órfãos.

O problema é que apenas uma em cada quatro famílias aceita adotar uma criança com menos de 4 anos de idade, enquanto 4,1 por cento de crianças tem menos de 4 anos.

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