Após o lançamento super polêmico do novo álbum de Jay-Z nesta última sexta-feira, o 4:44, o jornal The Gardian publicou uma noticia que não foi nem um pouco bem recebida pelos fãs do casal.

As abelhas, fãs da cantora pop Beyoncé, encheram suas redes sociais com mensagem de apoio à Quenn B e mensagens de ódio ao jornal. Muitos internautas se manisfestaram dizendo que o jornal não tinha que se posicionar desta maneira e que Beyoncé era sim feminista, apontando o clipe ''Sorry'' do último álbum da cantora, o Lemonade.

Entre os assuntos abordados no novo álbum, o principal e que chamou mais a atenção da web, foi sem dúvidas a resposta sobre uma possível traição à Beyoncé, descrita no Lemonade.

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“Em ‘4:44’, você encontra um homem desesperado para conquistar novamente sua melhor amiga e esposa, Beyoncé. Você ouve remorso e arrependimento de suas ações depois das acusações de traição com a ‘Becky do cabelo bom’”, afirma a Billboard.

Sobre isso, o jornal The Guardian publicou uma opinião forte. Essa mensagem não é feminista, como muitos defendem. “Vamos ser reais aqui: o melodrama romântico mostrado nesses dois álbuns não é revolucionário nem feminista, mas sim bastante antigo e cansado”, escreveu na matéria.

O jornal teve uma postura bem forte sobre a possível mensagem do álbum. Deixam uma pulga atras da orelha de qualquer pessoa: 'O que realmente quis ser discutido no álbum?', '#Jay-Z traiu Beyoncé?, 'Ela teve mesmo dois abortos?', estas respostas a gente vai ter que esperar pra saber, mas a curiosidade está matando, não é mesmo?!

Sobre aos questionamentos que fiz acima, o que mais deixou a BeyHive mais louca foi o fato de em uma das músicas do novo álbum, Jay-Z citar mais um possível aborto da cantora que até então não conhecido pela colmeia.

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Isso deixou a internet louca, '' Se ela sobre 2 abortos por sua causa, te mato Jay-Z'' ,disse um fã de Beyoncé.

“Seja como for, o que torna esta saga em particular ainda pior é que a humilhação é, bizarramente, defendida como uma espécie de conto de fadas feminista. Em ‘Lemonade’, parte do conto de fadas, o enredo passou entre a decepção, descrença e vingança, depois perdão. Em '4:44' a catarse é invertida, movendo-se através de confissão, remorso, auto-flagelação e promessas de mudança. Em ambos os casos, as embalagens audiovisuais conectam as ligações íntimas dramáticas com a luta negra e o empoderamento das mulheres. Falando que isso é feminista, isso é colocado como um produto e é comercializado”, continua o The Guardian. #Polêmica