A comemoração do programa de número 100 do Masterchef Brasil, exibido às terças-feiras, na #Band, não teve um gosto adocicado para Fabrizio Barata, de 39 anos. Apesar de todo o esforço, o baiano natural de Salvador se atrapalhou durante a preparação da massa do pão-de-ló e não conseguiu entregar um bolo que agradasse os paladares dos jurados Eric Jacquin, Henrique Fogazza e Paola Carosella [VIDEO]. "O seu bolo é o mais bonito, mas estava seco, borrachudo e a parte de cima estava super gordurosa. Se tivesse feito a massa mais baixa, aberto a massa e colocado no meio um recheio, isso seria resolvido", explicou a chef Paola.

Fabrizio participou da prova de eliminação ao lado de Leonardo Santos, Michele Crispim e Valter Herzmann.

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Após mexer por bastante tempo os ingredientes da massa, ele percebeu que não havia colocado as gemas dentro da receita. Por isso, teve que descartar a mistura preparada e investir em uma nova massa, isso após trinta minutos de prova, que tinha como tempo total uma hora e quarenta e cinco minutos. Apesar do tempo curto, ele conseguiu assar um novo bolo e decorá-lo com cobertura de ganache e frutas vermelhas, deixando-o com um visual bonito.

O sabor no entanto, de acordo com a avaliação dos chefs, deixou a desejar. Após a avaliação final, Valter e Michele subiram para o mezanino enquanto Fabrizio disputava a permanência no programa ao lado de Leonardo, outro forte participante. "Para nós um bolo deve ter massa de pão-de-ló, recheio, calda e cobertura. Também não deve ser muito doce. Levando isso em conta dentro da nossa avaliação todos os bolos apresentaram defeitos.

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No entanto, o pão-de-ló feito pelo Leonardo estava fofo. E é por isso que ele fica na disputa e você não", explicou Paola.

Já do lado de fora da atração, o publicitário disse à jornalista e apresentadora Ana Paula Padrão que, apesar de difícil, foi legal e importante participar do #Masterchef. "Tudo isso significou uma grande mudança em minha vida. Tive medo de entrar no programa e de me expor pois sou um cara de bastidores. Para mim foi um desafio enorme e toda esta trajetória me faz lembrar do passado", disse Fabrizio, ao recordar que, aos 21 anos, saiu de sua cidade-natal e partiu rumo a São Paulo, atrás de crescimento pessoal e profissional. "Os primeiros anos foram difíceis, tive que batalhar sozinho para conseguir chegar aonde cheguei. E o Masterchef foi um pouco isso. Foi bom demais estar aqui", ressaltou.

Prova de etnias

Em uma homenagem aos imigrantes que vivem no Brasil, na primeira parte do programa aconteceu a última prova em equipe dessa temporada. Após experimentarem pratos típicos de diversos pontos do mundo, eles tiveram que preparar um prato principal e uma sobremesa que levassem em conta parte dos sabores apresentados e parte da gastronomia brasileira.

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Liderados por Mírian Cobre, os participantes Victor Vieira, Vitor Bourguignon e Deborah Werneck, da Equipe Azul, ganharam a primeira parte da prova e a oportunidade de ficar no mezanino. Agora, junto com Michele, Valter e Leonardo, fazem parte do sete maiores cozinheiros amadores do Brasil. #Culinária