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#Ana Hickmann sofreu um terrível abalo no ano passado, no mês de maio. A loira ricaça foi vítima de uma tentativa de assassinato por um fã que a perseguia na internet e pessoalmente. A situação foi como um verdadeiro filme de terror.

Rodrigo Augusto de Pádua, fã de Ana, apontou uma arma para ela e seus parentes, que estavam em um hotel de Belo Horizonte em uma viagem. Em legítima defesa, segundo o próprio cunhado de Ana Hickmann, Gustavo Henrique Bello Correa, de 30 anos, o rapaz levou tiros e morreu.

O caso aconteceu no dia 21 de maio de 2016 e deixou o Brasil aterrorizado com todo o depoimento da apresentadora de televisão, que foi ao ar no 'Domingo Espetacular', atração do canal do Bispo Macedo.

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Apesar das alegações do parente da apresentadora da Record, a situação para a família de Ana Hickmann ainda não é a das melhores. Por decisão da Justiça, a legítima defesa não encerrará o processo que foi movido contra Gustavo Henrique Bello Correa.

Juíza não aceita legítima defesa de cunhado de Ana Hickmann

Segundo o site TV Foco, a juíza Âmalin Aziz Sant'ana determinou que as investigações continuem para apurar o que aconteceu no quarto de hotel onde houve as ameaças e no corredor onde foram disparados os tiros.

"Afasto, nesse momento, as alegações da Defesa, ratifico o recebimento da denúncia e dou prosseguimento ao feito", instruiu a juíza em seu despacho.

Os advogados do cunhado de Ana Hickmann disse que a legítima defesa foi a primeira forma de dar por encerrada a questão, pois também foi acatada pelo delegado responsável pelo inquérito crimnal.

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"Não há mudança de estratégia. Quem age em legítima defesa não comete #Crime. Então, não tem porque ser condenado", garantiu o responsável pelo caso em que Ana Hickmann quase foi assassinada.

A expectativa é que o processo movido contra Gustavo seja arquivado.

Gustavo continuará a responder o processo e terá que pagar pelo crime, caso seja condenado. Se for absolvido, não sofrerá as penas que a lei contida no Código Penal Brasileiro determina.

Delegado acredita na inocência de cunhado de Ana Hickmann

No dia 17 de junho deste ano, Flávio Grossi, delegado responsável pelo caso de homicídio, requisitou o arquivamento do inquérito policial. Segundo o oficial da lei, o cunhado de Ana Hickmann não agiu de forma errada e poderia ter matado o rapaz que os ameaçou de morte se sua vida estava em risco.

Na investigações, foi constatado que o crime que o Pádua cometeria foi planejado com antecedência, nos mínimos detalhes, para que não houvessem falhas. Contudo, por sorte do destino, ele não conseguiu concretizar o feito.

O processo que investiga a morte do perseguidor de Ana Hickmann seguirá agora para o Ministério Público de Minas Gerais. A apresentadora não se manifestou sobre a novidade. #Famosos