Com certeza você já ouviu K.O. de Pabllo Vittar, um dos maiores sucesso das rádios brasileiras. Na estrada, há seis meses, para divulgar o seu primeiro trabalho solo, Vai Passar Mal, Pabllo Vittar não liga para os haters e se diz feliz em ser quem é e tem orgulho de ser: gay, afeminado e #Drag queen.

O caminho para o sucesso foi cheio de desafios para a cantora, que agora se sente fortalecida e diz que "nada irá me tombar". Com sua vontade de trabalhar e fazer cada vez mais sucesso, a artista desafia os preconceitos.

Em janeiro, a cantora de 22 anos começou a se dividir entre São Paulo, Rio de Janeiro e Uberlândia com uma intensa agenda de shows, entrevistas e gravações do programa Amor & Sexo, onde faz participação.

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Vai Passar mal já é o terceiro álbum mais baixado do site Itunes, mas, não para por aí. Nove músicas de Pabllo já entraram para a lista das 50 mais tocadas do Spotfy.

Pabllo Vittar já possui status de diva entre seus fãs e adora fazer um carão nas fotos que posta nas redes sociais. Quando o assunto é preconceito por ser drag queen, a cantora disse em uma entrevista à revista Trip que reconhece que, para ter conseguido seu espaço e sucesso, muitos outros tiveram que morrer para que as pessoas reconhecessem e respeitassem o espaço dos #LGBT.

De acordo com a cantora, as "bis", gays afeminadas, são os principais alvos das manifestações agressivas de preconceito, pois estão mais ativamente levantando a bandeira dos direitos gays. "São as 'bis' são que levam uma lâmpada na cara" diz, em entrevista à Trip.

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Como forma de apoiar seus fãs, os vittarlovers, a artista diz que faz o possível para ajudá-los em suas questões, como ser drag queen, por exemplo, ou qualquer outra questão que eles tenham. Vittar procura sempre responder os comentários dos seus fãs em todas as suas redes sociais.

Sobre os haters, querendo gongar suas roupas ou voz, a cantora diz que só aceita as críticas construtivas e que acha ridículo os ataques feitos sem motivo ao seu trabalho. "Quando vem como um shade, no posicionamento de ferir, eu acho tão ridículo" diz, a cantora, em entrevista.

Uma das passagens que marcaram a vida da artista com relação a atitudes ao preconceito foi quando, na infância, um colega de escola virou um prato de sopa em sua cabeça, pois deveria agir e falar como homem. Hoje, a cantora comemora quase 47 milhões de visualizações no clipe no YouTube de sua nova música de trabalho, Todo dia, em seis meses.

Sem dúvida, Pabllo Vittar já é um grande exemplo de coragem da comunidade LGBT. Ela tem inspirado muitos a se expressar artisticamente. #Pabllo Vitar