A atriz #Karina Bacchi decidiu ter seu primeiro filho em Miami, nos Estados Unidos, com um investimento de cerca de R$ 35 mil.

Mas a escolha nada teve a ver com a qualidade do procedimento. Segundo ela, o bebê vai nascer fora do Brasil para ter a dupla cidadania.

Grávida pela primeira vez aos 40 anos, por meio da fertilização in vitro feita com sêmen de um doador americano, Karina está prestes a realizar o sonho de ser mãe independente.

O procedimento consiste na fecundação entre o óvulo e o espermatozóide realizada fora do útero e colocada na mãe depois da formação do embrião.

Geralmente, é indicada para casais em que um ou os dois parceiros são inférteis, mulheres com endometriose ou outros problemas no útero, e ainda mulheres que querem ser mães solteiras, como é o caso de Karina.

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#parto nos EUA

O parto será natural, realizado no Hospital Miami Medical Center por volta da primeira quinzena de agosto de 2017, e nada tem de diferente do Brasil.

“Tudo está sendo feito dentro da legalidade e escolhi Miami, pois aqui também tenho todo suporte médico, além de familiares e amigos”, disse ela em entrevista ao Uol, divulgada em seu perfil de Instagram.

O processo de nascimento do filho da modelo está aos cuidados da clínica Night and Day Pediatrics e inclui o acompanhamento do obstetra, do pediatra e a documentação da criança.

Os médicos responsáveis são o brasileiro Wladimir Lorentz e o colombiano Ernesto Cardens, ambos muito conhecidos já pelos serviços gestacionais a turistas e imigrantes.

Os valores podem variar de acordo com o tipo de parto, partindo de R$ 35 mil para o parto natural, mais de R$ 42 mil pela cesárea e até R$ 56 mil se forem gêmeos.

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Gastos com imprevistos e internações são cobrados à parte.

Parto nos EUA

Chamado de bebês âncora, quem nasce assim nos Estados Unidos se torna cidadão americano e tem direitos de usufruir dos serviços públicos do país.

O processo é legal e permite que a criança também preserve a sua cidadania de origem, podendo, inclusive, solicitar a extensão do direito aos pais após os 21 anos.

E não é de agora que esse tipo de serviço é oferecido. A febre veio por volta de 2015, quando diversas brasileiras começaram a viajar para o país em busca de terem seus filhos por lá.

Inclusive, o tema já virou pauta do novo governo americano de Donald Trump, que já estuda possibilidades de proibir o direito automático à cidadania para estrangeiros apenas por terem nascido lá. #parto fora do brasil