William Waack, do Jornal da Globo, ficará afastado por tempo indeterminado. O jornalista passou mal e foi internado [VIDEO] nesta última quinta-feira (20), no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. E na sexta (21), Waack recebeu quatro tubinhos metálicos (stents) para a desobstrução das artérias entupidas por gordura.

O que ocorreu com a internação do jornalista

William foi substituído, logo após sua internação, por Carlos Tramontina, que foi chamado às pressas para entrar em seu lugar. A presença inesperada de Tramontina acabou gerando um aumento na audiência do jornal. O ibope do programa atingiu a marca de 11,8 pontos na Grande São Paulo, acima da média de 11,3, que havia sido registrada nas últimas quatro semanas.

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Essa substituição repentina marcou a volta do âncora ao telejornal após 17 anos, que trouxe 1,6 pontos a mais na média sob o comando de Waack.

Já na madrugada desta terça-feira (25), a edição foi apresentada por Renata LoPrete, substituta oficial de Waack, que se encontrava de férias até semana passada.

A Rede Globo e o hospital Sírio-Libanês foram procurados, porém não fizeram nenhuma manifestação sobre a situação do #Jornalista até o momento.

William Waack havia realizado um cateterismo na sexta-feira. De acordo com Masciarelli Pinto, cardiologista e presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, o procedimento pode ter duas funções: diagnóstico ou tratamento. Quando se trata de um exame diagnóstico, o processo é avançar um cateter por dentro de uma artéria até o coração para injetar contraste.

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Quando uma pessoa possui doença coronária, as artérias se entopem e o espaço para a passagem do sangue acaba diminuindo.

A função do cateterismo terapêutico

Quando o estado do entupimento não é tão grave, ou seja, se sobra mais da metade do vaso para passagem do sangue, normalmente o caso recebe um tratamento clínico. Porém, se o vaso tiver um entupimento maior, provavelmente necessitará de revascularização através de cirurgia ou stent.

O stent faz parte do cateterismo terapêutico. Trata-se de pegar uma artéria da perna, e introduzir um ‘balãozinho’ por dentro até alcançar o coração. O pequeno tubo metálico, chamado de stent, vai por cima desse balão. Ao chegar na região de entupimento da artéria, o cateter solta o stent para esmagar a placa de gordura que bloqueava a passagem do sangue pelo vaso. Após isso, o espaço do vaso já estará restaurado para a circulação total do sangue. #Jornalismo #Saúde