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A Netflix acumulou quase US$ 5 bilhões (R$ 15,6 bilhões) em dívida, de acordo com o relatório mais recente divulgado pela empresa. Depois de altos gastos com projetos gananciosos, o serviço de streaming acabou não tendo o retorno esperado pelos investimentos feitos. Embora o número de assinantes venha crescendo cada vez mais, a gigante das #séries continua a gastar mais do que arrecada.

Na tentativa de aumentar o número de assinantes, a Netflix estima que ampliará para 50% o percentual de séries produzidas por ela, mesmo que o conteúdo original seja o ponto que mais contribuiu para o aumento da dívida. Sense 8 foi um exemplo de série com alto investimento que não foi correspondido com um aumento no número de assinaturas, mesmo tendo uma grande base de fãs.

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E The Get Down, uma das #produções mais caras da empresa, passou despercebida pelo público geral, contribuindo apenas com gastos.

Séries que mais contribuíram para a dívida

As produções mais caras da Netflix foram:

The Crown: A série que reproduz a vida da jovem rainha Elizabeth é de longe a série mais cara já produzida. Com a necessidade de reproduzir os luxuosos trajes da época e edifícios como o Palácio de Buckingham, a produção alcançou o posto de programa televisivo mais caro da história, contando com um orçamento astronômico de US$ 130 milhões (R$ 405,5 milhões). Mesmo com os altos investimentos na série, ela não foi um dos grandes sucessos da Netflix.

The Get Down: O título não é muito conhecido pelos assinantes brasileiros, mas é a segunda série mais cara da empresa. Os problemas nos bastidores e atrasos na produção da série aumentaram muito os gastos.

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A série foi originalmente estimada para custar US$ 90 milhões por temporada, mas acabou custando US$ 120 milhões (R$ 374,3 milhões).

Sense 8: A série, que foi cancelada recentemente, gerando pequenos protestos no Brasil, é a mais querida da lista pelos assinantes brasileiros. Sense 8 conseguiu muitos fãs, mas não um número que justificasse o alto investimento na produção da série. Com seus efeitos especiais e cenários em vários continentes, ela conseguiu ser a mais cara do ano de 2015, com US$ 108 milhões de dólares gastos por temporada (R$ 336,8 milhões).

Marco Polo: Como é comum, as produções que se passam no passado são extremamente difíceis de serem feitas, e precisam de um grande investimento. Marco Polo seguiu a regra. O drama, que retrata as aventuras do viajante europeu na Ásia, custou US$ 90 milhões na primeira temporada (R$ 281 milhões), logo em 2013, época em que a Netflix não investia tanto em suas produções originais. #Seriados