Quem não conheceu e se divertiu com Claudia Rodrigues [VIDEO] e seus vários personagens marcantes. A atriz, com seu humor sempre despojado, ganhou o coração dos brasileiros entre 2004-2007, fazendo a personagem Marinete, no seriado "A Diarista".

A atriz, que foi diagnosticada em 2005 com #esclerose múltipla, está em constante luta para superar sua grave doença de saúde. Ela precisou abandonar sua carreira para poder fazer um tratamento mais intensivo. A esclerose múltipla ainda não tem cura, apenas um tratamento, ainda experimental, com #Células-tronco, ao qual atriz se submeteu.

Segundo #Claudia Rodrigues, ela quase chegou a óbito durante o processo, pois estava muito fraca e sofreu de terrível dores no corpo, mas os resultados do tratamento foram satisfatórios, pois hoje ela já consegue falar e fazer alguns movimentos, que antes eram impossível.

Publicidade
Publicidade

A atriz desconfiou que algo estava errado quando fazia uma peça de teatro. Claudia sentiu uma grande dor no braço que a fez pensar que poderia estar tendo um infarto. Assustada, ela foi levada com urgência para o hospital, onde ficou internada até o dia seguinte. Após uma grande bateria de exames foi descoberta a doença.

Não existe uma causa determinante para surgimento da doença, mas os especialista sabem que a esclerose múltipla tem um fator genético.

Claudia diz que não se deixou abalar quando soube do diagnóstico, pois ainda não entendia os riscos da doença, mas que ao longo do tempo ela foi sentido os efeitos dela e piorando muito. Chegou a perder completamente a fala e os movimentos do corpo.

O primeiros sintomas mais forte da doença aconteceram em 2007, quando perdeu a consciência e em 2015, quando perdeu o movimento dos olhos.

Publicidade

Claudia evitava falar sobre sua doença, pois temia a exposição exagerada da mídia para o caso e que essa exposição fosse o único foco das pessoas. A atriz queria ser reconhecida pelo seu trabalho e não por ser portadora de esclerose múltipla.

Na esperança de uma melhora nos sintomas, a atriz, participou de um tratamento experimental, em que foram injetadas células-tronco em seu sangue, para tentar regenerar os danos que a doença causa no sistema nervoso central. O procedimento exige muita atenção e pode levar a óbito. No caso de Claudia Rodrigues, ela chegou a quase morrer e precisou tomar morfina para aguentar a dor, durante uma fase do tratamento, mas hoje reconhece que o tratamento foi importante para sua melhora, além da prática de esportes.