Publicidade
Publicidade

Morreu no dia 06 de agosto de 2017, o diretor de TV David Grimberg, aos 83 anos.

Pioneiro da televisão, ele nasceu em São Paulo, em 09 de abril de 1934. Começou sua carreira como iluminador na TV Tupi de São Paulo, no ano de 1954. Depois, tornou-se camera-man.

Com a chegada do vídeo tape, ele especializou-se nesta tecnologia e passou a ser responsável pela Ampex da Tupi. Posteriormente foi contratado pela TV Excelsior, e passou a dirigir novelas importantes, como É Proibido Amar (1964), A Deusa Vencida (1965) e A Menina do Veleiro Azul (1970). Também foi responsável pela direção do 1º Festival de Música Popular Brasileira, realizado em 1965.

Publicidade

Quando a emissora estava para fechar, chegou a pedir dinheiro para o público na porta do Teatro Cultura Artística para tentar salvar o canal, sem sucesso.

Com o fechamento da Excelsior, migrou para a recém inaugurada TV Globo, onde dirigiu a série Shazzan, Zerife e Cia (1972), e as novelas Fogo Sobre a Terra (1974) e O Profeta (1977). Também dirigiu o Caso Especial Está La Fora Um Inspetor (1973). Ele voltaria a sua primeira casa, a TV Tupi, para dirigir Um Dia, Um Amor (1975), Xeque-Mate (1976). Na Record dirigiu a #Novela O Espantalho (1977).

Contratado pelo SBT, em seus primeiros anos, dirigiu as novelas Destino (1982), Conflito (1982) e A Leoa (1982) e a minissérie A Justiça de Deus (1983).

Após a falência da Tupi, trabalhou em emissoras como Manchete e SBT. Na Manchete, fez parte do núcleo de dramaturgia de obras como Tudo ou Nada (1986), Dona Beija (1986) e os alguns dos maiores sucessos da emissora, como Kananga do Japão (1989) e Pantanal (1990).

Publicidade

Deixou a Manchete em 1992, indo para o SBT. Ao lado de Nilton Travesso fez o sucesso Éramos Seis (1992), e também As Pupilas do Senhor Reitor (1994). Também foi o diretor de Razão de Viver (1995), Sangue do Meu Sangue (1995), Fascinação (1996) e Pérola Negra (1997). Deixou a emissora por um tempo, mas foi recontratado por Silvio Santos para assumir a direção do núcleo de teledramaturgia, onde supervisionou novelas como Pícara Sonhadora (2001), Amor e Ódio (2001), Marisol (2002), A Pequena Travessa (2002), Jamais Te esquecerei (2003), Canavial de Paixões (2003), Esmeralda (2004), Seus Olhos (2004), Os Ricos Também Choram (2005), Cristal (2006), Maria Esperança (2007), Amigas e Rivais (2007) e Revelação (2008), que foi seu último trabalho em televisão.

O diretor faleceu aos oitenta e sete anos de idade. #Obituário #Silvio Santos