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Na hora de educar os filhos, é comum que os pais tenham dificuldades para escolher escolas, programas de TV e até brinquedos. Recentemente, um fato que envolve a educação dada por Kate Middleton aos seus filhos, publicada pela revista US Weekly, levantou um debate entre as famílias do mundo inteiro. A duquesa não permite que George e Charlotte brinquem com tablet em casa. Para ela, permitir que seus filhos brinquem em casa com estes objetos, atrapalha a imaginação e na interação social das crianças. [VIDEO]

Tecnologias semelhantes a que Kate tem receio em deixar seus filhos consumirem ajudam e muito a vida das pessoas, mas, infelizmente, podem tirar daqueles que não conseguem se distanciar delas, momentos de convívio social e familiares que são importantes para a formação intelectual.

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É comum ouvir casos de pessoas que não conseguem manter um diálogo com as outras pessoalmente, mas em ambientes virtuais, a conversa rende. Há também aqueles que vivem apenas em função dos laços estabelecidos virtualmente, esquecendo o mundo que os cercam fora dos ambientes da internet.

Temer que seus filhos tornem-se dependentes dessas tecnologias é comum entre os pais da geração internet. Especialistas discutem no mundo inteiro os ônus e bônus de uma criação que envolve brinquedos tecnológicos. Estudos ainda imprecisos do caso apontam diversos fatores negativos quando se trata da educação com brinquedos da nova geração. Segundo a escritora do Science News, Laura Sanders, expor as crianças por muito tempo em frente à tela pode influenciar no desenvolvimento da mente e do corpo. Além disso, as crianças que passam muito tempo consumindo conteúdos em tela, independente de ser em smartphones, tablets ou TVs, atrapalham no desenvolvimento de descobertas, no interesse por atividades físicas e dificulta no convívio com o ser humano na vida real.

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Especialistas da Academia Americana de Pediatria (AAP) recomendam que os pais sigam o exemplo de Kate. Para eles, é importante que as crianças fiquem o mínimo possível conectados ao mundo virtual e às telas digitais. De acordo com eles, os menores de 18 meses não devem se envolver com este mundo da tecnologia e que os aparelhos devem ser usados não apenas como entretenimento, mas também como uma ferramenta de ensino. Por exemplo, permita que seus filhos assistam a desenhos educativos e que instiguem o desejo de aventura. [VIDEO] Segundo os membros da academia, as crianças de dois a cinco anos não devem ultrapassar uma hora de uso de dispositivos eletrônicos.

Infelizmente, alguns pais não estão dando tanta importância às recomendações dos médicos. Muitos utilizam destes dispositivos como um momento lúdico para os filhos no qual é possível que a criança se distraia enquanto sobra tempo para relaxar e cumprir afazeres domésticos. Até que tenhamos estudos mais aprofundados sobre o assunto, fica um alerta aos pais que devem fazer para os seus filhos o que for melhor. #Família Real #Famosos #Europa