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O eterno trapalhão Dedé Santana esteve, nesta terça-feira (24) no programa "Conversa com Bial", da Rede Globo, e relembrou os bons tempos do programa "#Os Trapalhões" que voltou ao ar na grade da emissora neste ano em forma de remake e homenagem. O humorista e seu parceiro Renato Aragão estão de volta com seus personagens Dedé e Didi, só que desta vez acompanhados de outros novos quatro atores, Lucas Veloso (faz Didico), Bruno Gissoni (vive Dedeco), Mumuzinho (incorpora o Mussa), enquanto Gui Santana (faz o caricato Zaca).

Os tempos são outros, e o politicamente incorreto de hoje não deixa que as velhas piadas do grupo original, composto por Didi, Dedé, Mussum e Zacarias, voltem para a televisão.

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Talvez por isso a audiência não seja a mesma de outrora e a própria Globo já definiu que não continuará com o projeto para outras temporadas.

Sobre o programa original, Dedé disse ao jornalista Pedro Bial que por vezes levou dura do diretor do programa de tanto que ria em cena. O humorista não se aguentava com as gracinhas de seus companheiros e acabava caindo na risada.

Walter Lacet, diretor do programa, chegou até a reclamar de Dedé para o todo poderoso Boni (José Bonifácio de Oliveira Sobrinho), que era o chefão geral da emissora na época. Boni simplesmente tirou um papel do bolso que mostrava a exorbitante audiência do programa, cerca de 90 pontos e disse: ‘’Deixe o Dedé rir à vontade’’.

Mas Dedé não falou apenas de seus melhores momentos no #Humor brasileiro. O artista relembrou de uma triste fase de sua carreira, onde passou por maus bocados.

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Dedé relembra quando perdeu o pai

Dedé veio do circo, assim como toda a sua família, e contou para Bial um fato muito triste da época de palhaço. O circo andava de mal a pior e resolveram dar uma reformada para ver se atraía mais público. Compraram tudo fiado na esperança de que desse resultado e com mais público pudessem pagar a dívida. Até aí deu certo, pois os ingressos para a estreia logo se esgotaram.

O triste da história é que, ao buscar uma lata de tinta para a reforma da lona do circo, o pai de Dedé acabou sendo atropelado e veio a falecer. O pessoal do circo levou o corpo do pai do artista para trás do circo e ali mesmo ele foi velado. Mesmo com a tragédia, Dedé, seu irmão e sua mãe tiveram que se apresentar naquele mesmo dia, pois se cancelassem o espetáculo, não teriam dinheiro para o funeral do pai.

Dedé relembrou que na apresentação ele sorria para o público, mas quando virava para trás desabava em lágrimas, com o corpo do pai ao fundo.

Uma triste história da vida de alguém que já fez tantas pessoas sorrirem.

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