Desde terça-feira (11), um incêndio está devastando o Parque Nacional dos Campos Amazônicos e a Reserva doTenharim no sul do Amazonas divisa com Rondônia. O incêndio já dura cinco dias. O parque e a reserva estão em chamas. A floresta quase não fica visível diante de tanta fumaça. Este é o maior incêndio já registrado emuma área ambiental neste ano de 2015.

Os bombeiros estão tendo dificuldade para conter as chamas, pois não existe rio perto do local. Além disto, o ventoforte juntamente com a vegetação seca, ajuda no aumento das chamas. Um problema que chama atenção éo calor que faz nesta região.

A temperatura chega a 45 graus, o que dificulta ainda mais o trabalho dos bombeiros.

Segundo Roberto Abreu, coordenador do Prevfogo do IBAMA, eles costumamparar o trabalho por volta do meio dia, devido a forte onda de calor, voltando após as 15 horas, porque é humanamente impossível combater o fogo com esta temperatura. No local estão quinze brigadistas com abafadores, bombas portáteis com água e enxadas. Metade deste grupo são índios da própria aldeia que são treinados pelo IBAMA. O instituto acredita que cerca de seis mil hectares defloresta foram devastados nesta área de preservação ambiental. Um helicóptero do IBAMA está ajudando a combater ofogo.

A Natureza grita por socorro, devido ás ações do homem.

As estações do ano já não respondem mais nas épocas corretas e quem sofre as consequências somos nós. O clima anda cada vez mais seco e abafado, colocando em risco as florestas e a nossa saúde. O homem não tem consciência de que suas ações influenciam muito nas questões climáticas.

O resultado disto tudo são as queimadas e o clima, que oscila o tempo todo.

Estes incêndios que ocorrem e este clima estranho são a resposta da natureza ao homem, que traz mas malefícios do que benefícios ao meio ambiente. Devastando as florestas, ele apenas perde mais do que ganha, pois estas ações influenciam diretamente no clima, criando cada dia mais queimadas. Precisamos ter consciência que o momento de preservar é agora para termos o que usufruir num futuro próximo.

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