O rompimento das barragens na região de Mariana em Minas gerais é considerado um dos maiores desastres ambientais do Brasil e do mundo. De acordo com o IBAMA, a mineradora Samarco tem o prazo de uma semana para apresentar um cronograma de indenização para as vítimas. No últimos domingo (15), a presidente do IBAMA sobrevoou a região atingida pela lama, e o estrago causado assustou.

Além de pagar uma uma multa no valor de R$ 250 milhões a mineradora terá que cumprir três medidas estipuladas pelo IBAMA: A instalação de barreiras flutuantes de 20 quilômetrosno litoral do Espírito Santo - a ideia é impedir a lama de chagar em áreas de proteção ambiental; olançamento de floculantes próximo as barragens de Aimorés, que fará com que a lama não chegue ao fundo do Rio Doce; e a colocação de filtros nas barragens para evitar que mais lama atinja o rio.

No total, doze pessoas ainda estão desaparecidas e mais onze pessoas morreram. Sete corpos já foram identificados e quatro ainda aguardam para serem identificados. Segundo informações do G1, o Rio Doce tem 880 quilômetros de extensão, que engloba 229 municípios, 203 em Minas Gerais e 26 no Espírito Santo. A lama já atingiu 500 quilômetros.

A cidade que mais depende do Rio Doce é Governador Valadares, em Minas gerais.

A cidade apostou em uma técnica de tratamento da água com um produto chamado polímero de acácia negra, que separa a lama da água. Antes de liberar a água para o consumo foi feito uma análise. O Rio Doce segue, infelizmente, impregnado pela lama.

Nesta segunda (16), a mineradora Samarco fechou um acordo com o Ministério Público de Minas Gerais, ese comprometeu a pagar R$ 1 bilhão. A primeira parcela deve ser paga em dezdias no valor de R$ 500 milhões.

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Os moradores de Bento Rodrigues se reuniram e chegaram a conclusão de que não pretendem mais viver naquele local. A mineradora agora terá que estudar um novo local para construir as casas das vítimas para que elas possam refazer a vida após esta chocante tragédia.

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