Começa na manhã desta segunda-feira (30), e reúne nesta semana 195 países mais a União Europeia, em Paris, a COP 21 (Conferência Planetária do Clima), evento internacional, promovido pela Organização das Nações Unidas, com o objetivo de alcançar um acordo global para lutar contra as mudanças climáticas visando garantir um limite de aquecimento do planeta a 2 graus Celsius até 2100.

O Brasil chegará à COP com o peso de contar com o pior desastre ambiental da história do País, e um dos maiores desastres ambientais do mundo, com rejeitos de minério. O assunto que atualmente é falado em todos os cantos do mundo e não será diferente nos ambientes da Conferência de Paris, pois consiste num acontecimento de repercussão mundial.

Além disso, um balanço anunciado há pouco mais de uma semana atrás, destaca que o desmatamento no Brasil cresceu 16% no último ano.

A pesar disso, o Brasil também chega à COP 21 como o único país classificado em desenvolvimento disposto a se comprometer com a redução absoluta das emissões de gases de efeito estufa para contribuir com sua parte para a redução do aquecimento global, como relata o Portal Brasil.

Na ocasião do evento, portanto, é preciso prever resultados com possibilidade de serem concretos, os acordos terão que ser amplos, adotado por todos os participantes e cada país adotando o seu compromisso dentro de suas possibilidades para não correr o risco de ser mais uma carta obsoleta.

É preciso pensar e discutir diferente. É uma oportunidade grande de avanço, pois as mudanças climáticas já são reais e precisa-se de medidas urgentes.

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Os países não podem discutir mais metas globais unificadas,  mas sim, cada país propor aquilo que pode se comprometer e então negociar suas possibilidades.

O Brasil aumentou o grau de desmatamento, leva na bagagem o maior desastre ambiental da sua história, mas também “é o país com mais áreas protegidas em todo o mundo: 2,4 milhões de quilômetros quadrados, 28% do seu território”, como mostra a Revista Eco 21. Portanto deverá haver diferentes graus de obrigatoriedade, de forma que, quem emitiu mais gases de efeito estufa nos últimos tempos, tenha que fazer mais pelo nosso Planeta.