Embora este animal pareça com uma água viva, ele não é, trata-se da caravela-portuguesa ou barco-de-guerra-português (Physalia physalis). A caravela-portuguesa é do filo cnidários, o mesmo da água-viva, uma espécie viva há 600 milhões de anos. Ela é um sifonóforo, ou seja, uma colônia de organismos que vivem juntos, cada um com sua função, uns promovem a proteção da colônia ou a digestão dos alimentos, outros a reprodução.

Esses organismos são chamados de zooides, vivem ligados uns aos outros, sem poder viver por si.

Pelo fato dela flutuar na água através de uma bexiga alongada e se movimentar pelo vento, lhe foi dado o nome de "caravela". Além disso, possui uma crista vertical, são azuladas e contém um diâmetro de 4 a 7 cm, vivem em alto-mar preferindo viver em águas mais quentes das regiões tropicais e subtropicais. Possui tentáculos que podem chegar até 20 metros, cheios de células urticantes, o que causa a reação alérgica.

Reprodução da caravela-portuguesa

Uma caravela-portuguesa é uma colônia de organismos unissexuais, ou seja, cada indivíduo possui um gonozoóide especifico (Pólipo com função de reprodução na colônia). Cada gonozoóide possui gonóforos, que são pequenas bolsas com ovários e testículos. Por isso são chamados de dioicos, ou seja, formado com uma separação de macho e fêmea. Quando as estruturas reprodutoras são reunidas, soltam gametas na água dando origem a larvas que futuramente se tornaram uma nova colônia, uma nova caravela-portuguesa.

Não perca as últimas notícias!
Clique no tema que mais te interessa. Vamos te manter atualizado com todas as últimas novidades que você não deve perder.
Curiosidades Natureza

Este animal, ao entrar em contato com os banhistas, causa ferimentos ao injetar veneno por seus tentáculos. Segundo os médicos, após o contato o ideal é lavar com vinagre (para neutralizar o veneno) ou apenas com a água do mar. A queimadura pode causar sintomas como calafrios, febre, náuseas, choque e vômito, podendo chegar a causar necrose e até levar a óbito, dependendo do grau de contato com o animal e de toxinas que ele injetar.

Por isso a vítima deve ser hospitalizado e ficar em observação, pois a toxina pode dar reações leves ou mais arriscadas.

Não perca a nossa página no Facebook!
Leia tudo